Aira Maiger acredita que a poesia não é ornamento: é uma forma de desarrumar o mundo e fazer dele outra coisa.
É autora do livro 33, dedicado às “zebras que correm em um mundo de cavalos” — pessoas que sentem nunca se encaixar direito no lugar que o mundo reservou para elas.
33 é dividido em quatro territórios espirituais (inferno, purgatório, paraíso e limbo) que transmitem o bem e o mal da humanidade que “zebras e cavalos” compartilham, e o desejo crescente de “parar o mundo para descer”.
O trabalho tem encontrado especialmente leitoras (e leitores) em busca de arte que as façam sentir-se menos solitárias, e um espaço que permita a cada um ser quem é.
Além da escrita, Aira compartilha seu processo criativo e seu olhar sobre arte, filosofia e cultura com a comunidade que chama carinhosamente de “zebras do meu deslumbramento”, leitores e seguidores no Instagram, onde documenta tanto os poemas prontos quanto os ainda em construção.
Minibio:
Mineira da imaginária Noroeste, é feita de palavras e silêncios.
Idealista em ruína e economiária por sina, escreve por desespero.
Fala cantado, pensa torto, lê as margens do colapso, carrega a febre do mundo no corpo e escreve quase sempre no IG @aira.maiger.
Por ora, ainda ri; às vezes, crê.

A poeta Aira Maiger (em foto, aos 33).
“Para Aira Maiger, Céu e Inferno são idealizações, a vida
se faz no Purgatório – ou no Limbo.” (Rauer, sobre 33,
de Aira Maiger, na 4.ª capa do livro).
33
Aira Maiger
Pangeia / Dionysius
2025, 78 páginas
Com ilustrações de Liev Rodrigues
@liev_ilustrador
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