{"id":9576,"date":"2022-05-25T21:00:52","date_gmt":"2022-05-25T21:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?p=9576"},"modified":"2025-11-20T17:59:03","modified_gmt":"2025-11-20T17:59:03","slug":"a-arte-de-escrever-21-haikai-tanka-renga-senryu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/a-arte-de-escrever-21-haikai-tanka-renga-senryu\/","title":{"rendered":"A ARTE DE ESCREVER 21 \u2013 Haikai, Tanka, Renga, Senryu"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\">Tratamos antes, de modo introdut\u00f3rio, ao tema do haikai, <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-7-o-haikai-sintese-concisao-e-expressividade\/\"><strong>AQUI<\/strong><\/a>, e da microfic\u00e7\u00e3o, cujos debates podem interessar aos cultores do haikai, <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/microconto-cacos-estilhacos-fotons\/\"><strong>AQUI<\/strong><\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-5-29-aforismos-sobre-o-microconto\/\"><strong>AQUI\u00a0<\/strong><\/a>e\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-12-a-concisao-do-infinito-com-antologia-de-microcontos\/\"><strong>AQUI<\/strong><\/a>. Voltamos ao haikai, com o objetivo antes de ampliar as informa\u00e7\u00f5es, acrescentar alguns conceitos, e, em especial e com destaque, trazer ao debate o senryu, pequeno poema que se vale \u2013 com muita liberdade \u2013 da forma (\u00f3) e da forma (\u00f4) do haikai para tratar de temas mundanos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O haikai, ou haicai, ou hokku, ou hai-cai, ou hai-kai, em algumas das diversas formas que a designa\u00e7\u00e3o do poema tomou na sua aclimata\u00e7\u00e3o \u00e0 l\u00edngua portuguesa, \u00e9 um poema com 17 sons, composto por uma estrofe de tr\u00eas versos, os versos sequencialmente com 5-7-5 sons. Em portugu\u00eas, os sons do japon\u00eas, a l\u00edngua original em que o haikai se desenvolveu, tornam-se 5-7-5 s\u00edlabas po\u00e9ticas, contadas at\u00e9 a \u00faltima s\u00edlaba t\u00f4nica do verso. Embora alguns autores utilizem de varia\u00e7\u00e3o nessa contagem (4-7-6, por exemplo), e mesmo Bash\u00f4 \u2013 talvez o maior dos mestres do haikai \u2013 dizia apreciar de vez em quando a surpresa de um poema com 18 sons, melhor tratarmos o haikai no formato cl\u00e1ssico, nomeando de poemas ou tercetos \u00e0quelas constru\u00e7\u00f5es que se assemelham ao haikai, mas disp\u00f5em de modo livre que modifica a estrutura dos tr\u00eas versos de 5-7-5.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O haikai cl\u00e1ssico solicita diversos princ\u00edpios que vem sendo abrandados com sua viv\u00eancia nos tr\u00f3picos. O <em>kigo<\/em>, por exemplo, ou seja, a palavra que identifica a esta\u00e7\u00e3o do ano a que cada haikai invoca, tem import\u00e2ncia bastante relativa nos tr\u00f3picos brasileiros, em que a invernada fica no ver\u00e3o, em que o veranico fica no inverno, em que n\u00e3o ocorre a sucess\u00e3o das quatro esta\u00e7\u00f5es bem delineadas do hemisf\u00e9rio Norte. Tenho uma sakur\u00e1 aqui no jardim de minha casa. N\u00e3o tem ainda um ano que a muda foi plantada, e ela floresceu no m\u00eas de abril (contei 32 flores, que nasceram rosa, cresceram branqueando, e murcharam levemente r\u00f3seas). Os brotos vigorosos que surgem parecem anunciar nova florada.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">aos p\u00e9s de Kioto<br \/>\nsob a flor da sakur\u00e1<br \/>\ndeixem minhas cinzas<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Rauer<\/em><br \/>\n(in\u00e9dito)<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">(Obs.: ao incluir neste artigo poemas de minha autoria, o fa\u00e7o apenas para indicar e exemplificar caracter\u00edsticas do poema; n\u00e3o h\u00e1 no gesto nenhum ju\u00edzo positivo ou benevolente aos poemas; tal avalia\u00e7\u00e3o, cabe ao leitor).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O haikai n\u00e3o pede nem exige rimas entre os versos ou internamente no poema (perdoa-me, Guilherme de Almeida); no entanto, h\u00e1 um princ\u00edpio de eufonia, de sonoridades que se amalgamam de modo harm\u00f4nico, que ressoam entre as palavras, de modo a que o constructo po\u00e9tico se torne um objeto \u00edntegro do primeiro ao \u00faltimo som.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O conjunto, tamb\u00e9m, n\u00e3o deve receber t\u00edtulo. O t\u00edtulo constrange, modaliza, indicia, e a sensa\u00e7\u00e3o visual colhida no poema diminui com a nomea\u00e7\u00e3o; no mesmo passo, o t\u00edtulo inclui sons nos poemas que quebram a harmonia dos 17 sons \u2013 e, aqui, a coincid\u00eancia dos sons em japon\u00eas corresponderem aos dois versos de cunho popular mais cultivados da l\u00edrica portuguesa, a redondilha menor e a redondilha maior, indicam que em nossa l\u00edngua h\u00e1 um habitat perfeito para o haikai (observe-se que tal paralelo n\u00e3o \u00e9 assim t\u00e3o simples, mas passe a informa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 generalizada e indica uma aproxima\u00e7\u00e3o aceit\u00e1vel, ainda que n\u00e3o exata).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, os temas da l\u00edrica portuguesa de extra\u00e7\u00e3o popular se ajustam melhor ao senryu (veremos tal detalhe mais \u00e0 frente), e tais temas n\u00e3o s\u00e3o acolhidos com naturalidade no haikai, que se volta para a observa\u00e7\u00e3o da natureza, para a descri\u00e7\u00e3o neutra, objetiva e sint\u00e9tica de um quadro imag\u00e9tico, sem que haja qualquer presen\u00e7a do eu-l\u00edrico, sem que haja qualquer ind\u00edcio de antropomorfiza\u00e7\u00e3o, sem que por ele se mova um eu-po\u00e9tico em trajet\u00f3ria existencial.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O haikai contempla um movimento que vai do transit\u00f3rio, do ef\u00eamero, do mut\u00e1vel, o <em>ryuko<\/em>, normalmente no primeiro verso, para o eterno, o imut\u00e1vel, a ess\u00eancia perene, o <em>Kyo<\/em>, que ocupa o verso central, e conclui, no terceiro verso, com uma unidade que amalgama, que coalesce, que cristaliza, que sintetiza \u2013 h\u00e1 algo de pante\u00edsta nesse movimento \u2013 o paradoxo entre o pequeno e pr\u00f3ximo com o incomensur\u00e1vel e o cosmol\u00f3gico.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">tombada \u00e0 chuva<br \/>\na malva-rosa da trilha<br \/>\nprocura o sol<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><em>Bash\u00f4<br \/>\n<\/em>(Adapta\u00e7\u00e3o minha, a partir de<br \/>\noutras tradu\u00e7\u00f5es do poema)<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A chuva se constitui em elemento transit\u00f3rio, fluido, que se modifica incessantemente na sua efemeridade; a malva permanece para al\u00e9m da chuva, mas, mais do que isso, se renova de modo permanente \u2013 \u00e9 uma planta flor\u00edfera que se propaga com facilidade e suas col\u00f4nias n\u00e3o precisam ser replantadas, significando, pois, perenidade; o \u00faltimo verso, liga a planta \u2013 que se abateu com a chuva, e est\u00e1 ao ch\u00e3o \u2013 reerguendo-se na busca do sol, o elemento cosmol\u00f3gico, pante\u00edsta, de unidade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Eis um exemplo contempor\u00e2neo:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">nevoeiro em fuga<br \/>\nna mata \u00famida e fria<br \/>\n\u00e1rvores vazias<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><em>Willia Katia Oliveira<br \/>\n<\/em>do instagram @um_haicai_no_cafe<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O esquema do haikai de Willia \u00e9 similar ao esquema do haikai de Bash\u00f4; al\u00e9m do cen\u00e1rio diferente, h\u00e1 cosmovis\u00f5es bem espec\u00edficas, e divergentes, quase em oposi\u00e7\u00e3o, pois em Bash\u00f4 o universo \u00e9 solar, com o homem integrado \u00e0 natureza \u2013 j\u00e1 em Willia, o sentimento prevalecente \u00e9 de desola\u00e7\u00e3o (fuga, fria, vazias), o que dialoga com o referente contempor\u00e2neo, de motosserras, de desmatamento vertiginoso, de cataclismas naturais decorrentes do aquecimento global. A observa\u00e7\u00e3o zen, o <em>satori<\/em>, contempla a natureza em destrui\u00e7\u00e3o e a descri\u00e7\u00e3o clara, evidente, sem ju\u00edzo de valor, reverbera na vis\u00e3o \u201c\u00famida e fria\u201d de um mundo \u201cvazias\u201d, em que, mais que o nevoeiro, a vida humana est\u00e1 \u201cem fuga\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 a forma(\u00f3) tanka apresenta-se em duas estrofes: a primeira, similar ao haikai, e a segunda composta por dois versos de 7-7 sons; assim:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">recolhe as armas,<br \/>\ndescansa dores e penas:<br \/>\nmorada de amores,<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">recanto da acolhida,<br \/>\ncidade dos samurais<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><em>Rauer<br \/>\n<\/em>(in\u00e9dito)<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Duas observa\u00e7\u00f5es nesse passo. O primeiro coment\u00e1rio e sobre a quebra com dois pontos no final do segundo verso, um corte que \u00e9 muito caracter\u00edstico do haikai, em que duas imagens se justap\u00f5e \u2013 n\u00e3o \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o l\u00f3gica, do <em>logos<\/em>, \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o sensitiva, de apreens\u00e3o do real. A segunda observa\u00e7\u00e3o \u00e9 sobre a utiliza\u00e7\u00e3o de letras mai\u00fasculas, caracter\u00edstica da poesia ocidental cuja preval\u00eancia sofreu apenas um leve arranh\u00e3o nas vanguardas do s\u00e9culo XX. No caso do haikai, nada deve chamar a aten\u00e7\u00e3o que n\u00e3o seja a imagem apreendida no poema e decalcada em um s\u00edmile mental na leitura. Recomendo fortemente que n\u00e3o se use mai\u00fasculas em haikai, talvez nem quando h\u00e1 substantivos pr\u00f3prios.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9578 alignleft\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-14.58-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"445\" height=\"334\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-14.58-300x225.jpg 300w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-14.58-768x577.jpg 768w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-14.58-700x526.jpg 700w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-14.58-400x300.jpg 400w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-14.58.jpg 1003w\" sizes=\"auto, (max-width: 445px) 100vw, 445px\" \/>Se o haikai \u00e9 a forma mais difundida atualmente, sua forma deriva do tanka, que por sua vez \u00e9 um \u201crecorte\u201d do renga. O renga \u00e9 uma sequ\u00eancia longa, que alterna diversas estrofes de tr\u00eas versos com estrofes de dois versos, no esquema de sons em 5-7-5 \/ 7-7. Em termos hist\u00f3ricos, o renga nascia do encontro de poetas, que alternavam vozes, construindo cada um, alternadamente, suas sequ\u00eancias de 5 versos, em jogos que tendiam a longos saraus, de modo a demonstrarem sua profici\u00eancia em jogos de palavras e de sentidos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Com o tempo, os poetas, individualmente, passaram a compor o tanka, e posteriormente, o haikai. Sendo poesia cortes\u00e3, de socializa\u00e7\u00e3o, tendiam \u00e0 s\u00e1tira. Com o tempo, o haikai absorveu para si aspectos da filosofia zen, incorporou regras estritas de composi\u00e7\u00e3o, enquanto o tanka tornou-se mais meditativo, com os dois versos finais configurando como que uma reflex\u00e3o sobre elementos apresentados nos tr\u00eas primeiros versos. E aquela poesia mais brincalhona do in\u00edcio do renga, do tanka e do haikai passou a ser nomeada de senryu.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Eis alguns dos elementos que constituem o senryu:<\/p>\n<ul>\n<li>Prosaico<\/li>\n<li>Sat\u00edrico<\/li>\n<li>Baixo-ventre<\/li>\n<li>Cotidiano comum<\/li>\n<li>Pessoas simples<\/li>\n<li>Linguagem coloquial<\/li>\n<li>Psicologia mundana<\/li>\n<li>Utiliza antropomorfiza\u00e7\u00e3o e met\u00e1foras<\/li>\n<li>Utiliza trocadilhos, par\u00f3dia e humor<\/li>\n<li>Retrata infort\u00fanios humanos<\/li>\n<li>Trata do que \u00e9 propriamente humano e propriamente desumano no humano<\/li>\n<li>N\u00e3o exige <em>kigo<\/em>, <em>satori<\/em>, <em>ryuko<\/em>, <em>kyo<\/em>, unidade ou esp\u00edrito zen<\/li>\n<li>Pode conter ironia<\/li>\n<li>Embora adequado que siga, n\u00e3o exige rigor na contagem sil\u00e1bica<\/li>\n<li>Embora preferencial na forma do haikai, pode apresentar-se tamb\u00e9m em tanka<\/li>\n<li>Pode tratar de quest\u00f5es hist\u00f3ricas, pol\u00edticas, sociais, quase sempre de modo sat\u00edrico, ir\u00f4nico, dessacralizador<\/li>\n<li>Em suma, \u00e9 um poema mundano sobre quest\u00f5es mundanas e fraquezas humanas, tratadas ao menos com um leve sorriso por parte do eu-enunciador<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 proximidade conceitual na s\u00edntese e no flash do instant\u00e2neo entre as diversas formas m\u00ednimas; o microconto, por exemplo, por gozar de ampla liberdade de fatura, muito se aproveita da forma(\u00f3) e mesmo da forma(\u00f4) do haikai, e em especial das caracter\u00edsticas do senryu. Sob o t\u00edtulo de \u201cV\u00eanus\u201d, eis um microconto que \u00e9 um senryu e que, de certo modo, contempla o fluir do <em>ryuko<\/em>, o perene do <em>kyo<\/em> e a unidade solar final:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">Amo a \u00e9bria jovem.<br \/>\n\u00c0 morte, vivo boa sorte:<br \/>\nBelo sol me vem.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><em>Rauer, <strong>brev\u00edssimos<\/strong><\/em>,<br \/>\n2020, p. 298<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">No volume, <strong><em>minimus &amp; brev\u00edssimos<\/em><\/strong>, confira <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/product\/minimusbrevissimos\/\"><strong>AQUI<\/strong><\/a>, h\u00e1 diversos outros microcontos que seguem a estrutura 5\/7\/5 claramente, como o texto acima, ou que seguem a estrutura, disfar\u00e7ada em apresenta\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica que \u201cesconde\u201d o jogo l\u00fadico com o haikai, com o tanka, com o renga e com o senryu.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A Cole\u00e7\u00e3o Plaquete, das Edi\u00e7\u00f5es Dionysius, o selo de literatura da Pangeia Editorial, tem um volume em lan\u00e7amento que re\u00fane Senryu produzidos nas Oficinas de Cria\u00e7\u00e3o Liter\u00e1ria de 2022 oferecidas no PPG-Letras Mestrado e Doutorado da UFMS. <strong>Baixe gratuitamente<\/strong> o volume, <strong>AQUI<\/strong>, e, <strong>AQUI<\/strong>, tenha mais informa\u00e7\u00f5es sobre o processo criativo desenvolvido no curso.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em uma aula futura, trataremos do corte que caracteriza o haikai (e eventualmente \u00e9 o que o diferencia do senryu), das palavras de corte, o <em>kireji<\/em>, e de outros aspectos que ainda n\u00e3o abordamos. Aos novos cultores, e mesmo aos antigos, o lembrete permanente de que devemos buscar o <em>haimi<\/em>, ou seja, \u201co sabor do haiku\u201d (a express\u00e3o \u00e9 de Goga) \u2013 \u00e9 para encontrar tal sabor que as regras servem; mas, antes de tudo, a leitura constante e o exerc\u00edcio di\u00e1rio \u00e9 que faz o cultor se tornar capaz de definir e realizar tal \u201csabor\u201d, seja no haikai, seja no tanka, seja no senryu.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong><br \/>\nBibliografia<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">AKIKO, Yosano. <strong><em>Descabelados<\/em><\/strong>. Trad., introd. e notas Donatella Natili; \u00c1lvaro Faleiros. Bras\u00edlia: EdUnB, 2007.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-9581 alignright\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-17.45-210x300.jpg\" alt=\"\" width=\"374\" height=\"532\" \/>BASH\u00d4, Matsuo; BUSON, Yosa; ISSA, Kobayashi. <strong><em>O livro dos hai-kais<\/em><\/strong>. Trad. Olga Savary; pref\u00e1cio Octavio Paz; il. Manabu Mabe. S\u00e3o Paulo: Massao Ohno; Roswitha Kempf, 1980.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">BASH\u00d4, Matsuo. <strong><em>O eremita viajante [haikus \u2013 obra completa]<\/em><\/strong>. Trad. e org. Joaquim M. Palma. Porto: Ass\u00edrio &amp; Alvim, 2016.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">BASH\u00d4, Matsuo. <strong><em>Trilha estreita ao confim<\/em><\/strong>. Trad. Kimi Takenaka; Alberto Marsicano. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Iluminuras, 2021. [Com tr\u00eas artigos de Marsicano e uma Nota dos Tradutores].<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">FRANCHETTI, Paulo; DOI, Elza Taeko; DANTAS, Luiz. <strong><em>HAIKAI \u2013 Antologia e hist\u00f3ria<\/em><\/strong>. 3. ed. Campinas, SP: EdUnicamp, 1996.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">FRANCHETTI, Paulo; DOI, Elza Taeko; DANTAS, Luiz. <strong><em>HAIKAI \u2013 Antologia e hist\u00f3ria<\/em><\/strong>. 4. ed. Campinas, SP: EdUnicamp, 2012. (Obs.: sem o posf\u00e1cio \u201cO haikai e o per\u00edodo de Edo (1615-1868), um estudo essencial para iniciantes, que consta na 3. edi\u00e7\u00e3o, indicada acima, substitu\u00edda por \u201cO haikai no Brasil\u201d e \u201cPaulo Leminski e o haikai\u201d).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">GOGA, Hidekazu Masuda; ODA, Teruko Fujino. <strong><em>Natureza \u2013 Ber\u00e7o do Haicai: Kigologia e Antologia<\/em><\/strong>. S\u00e3o Paulo: Di\u00e1rio Nippak, 1996.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">LIRA, Jos\u00e9. <strong><em>A paisagem l\u00e1 fora: viagens haica\u00edstas<\/em><\/strong>. 2. ed. Recife: Crossing Borders, 2019.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">LIRA, Jos\u00e9. <strong><em>Haicais sequenciais<\/em><\/strong>. Recife: Crossing Borders, 2020.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">LIRA, Jos\u00e9. <strong><em>Kobayashi Issa: o haica\u00edsta feliz<\/em><\/strong>. Recife: Crossing Borders, 2019.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">POE, Edgar Allan. A filosofia da composi\u00e7\u00e3o. In: BARROSO, Ivo (org.).\u00a0<em>\u201c<strong>O Corvo\u201d e suas tradu\u00e7\u00f5es<\/strong><\/em>. Rio de Janeiro: Lacerda, 2000. p. 47-62.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">RAUER [Rauer Ribeiro Rodrigues, professor ministrante].\u00a0<strong><em>Oficinas de Escrita Criativa<\/em><\/strong>, Curso, PPG-Letras \/ CPTL \/ UFMS, 2022<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">RAUER; OLIVEIRA, Willia Katia. <strong><em>Senryu \u2013 Oficina Liter\u00e1ria<\/em><\/strong>. Campinas, SP: Dionysius, 2022. (Com 4 poemas de cada um dos seguintes autores: Catia Mendes Pereira, Deusemar Cardoso, Edilva Bandeira, Francisca Lusia, Ilka Meireles Santos, Karina Torres Machado, Malane Apolonio, Pollyana Lima, Rauer, Thony Marques e Willia Katia Oliveira).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">RAUER. 29 aforismos sobre o microconto \u2013 A Arte de Escrever 5.\u00a0<strong><em>Blog da\u00a0Pangeia<\/em><\/strong>, 6 de agosto de 2019. Dispon\u00edvel em\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-5-29-aforismos-sobre-o-microconto\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-5-29-aforismos-sobre-o-microconto\/<\/a>, acesso em 16\/04\/2022.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">RAUER. V\u00eanus. RIBEIRO [Leite], Alciene; RAUER.\u00a0<strong><em>minimus &amp; brev\u00edssimos<\/em><\/strong>. Uberl\u00e2ndia, MG: Pangeia, 2020. p. 298.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">LINKS CONSULTADOS:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"http:\/\/pt.artsentertainment.cc\/livros\/poesia\/1009006619.html\">http:\/\/pt.artsentertainment.cc\/livros\/poesia\/1009006619.html<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"http:\/\/www.kathleenlessa.prosaeverso.net\/visualizar.php?idt=3747011\">http:\/\/www.kathleenlessa.prosaeverso.net\/visualizar.php?idt=3747011<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/literatura\/haicai-um-poema-origem-japonesa.htm\">https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/literatura\/haicai-um-poema-origem-japonesa.htm<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/emais.estadao.com.br\/blogs\/cronica-por-quilo\/senryu-o-haicai-mundano\/\">https:\/\/emais.estadao.com.br\/blogs\/cronica-por-quilo\/senryu-o-haicai-mundano\/<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kireji\">https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kireji<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/meuartigo.brasilescola.uol.com.br\/poemas-poesias\/o-que-haikai.htm\">https:\/\/meuartigo.brasilescola.uol.com.br\/poemas-poesias\/o-que-haikai.htm<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/mundoeducacao.uol.com.br\/literatura\/haicai.htm\">https:\/\/mundoeducacao.uol.com.br\/literatura\/haicai.htm<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/namakajiri.net\/misc\/metrica-haicai.pdf\">https:\/\/namakajiri.net\/misc\/metrica-haicai.pdf<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/nova-escola-producao.s3.amazonaws.com\/nfxbYUQArMWYWQkJbQHXMc39eQAuEAnEwghPGxzqVCZB87c8wgfXUvczaZqk\/resolucao-de-atividade-sugestao-de-roteiro-de-pesquisa-lpo9-03sqa02.pdf\">https:\/\/nova-escola-producao.s3.amazonaws.com\/nfxbYUQArMWYWQkJbQHXMc39eQAuEAnEwghPGxzqVCZB87c8wgfXUvczaZqk\/resolucao-de-atividade-sugestao-de-roteiro-de-pesquisa-lpo9-03sqa02.pdf<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/nuhtaradahab.wordpress.com\/2012\/11\/28\/haicai-ou-haikai\/\">https:\/\/nuhtaradahab.wordpress.com\/2012\/11\/28\/haicai-ou-haikai\/<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/nuhtaradahab.wordpress.com\/2013\/09\/21\/o-que-e-haicai-parte-i\/\">https:\/\/nuhtaradahab.wordpress.com\/2013\/09\/21\/o-que-e-haicai-parte-i\/<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/pt.lightups.io\/how-write-haiku-4-easy-steps\">https:\/\/pt.lightups.io\/how-write-haiku-4-easy-steps<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Haiku\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Haiku<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/stringfixer.com\/pt\/Haiku\">https:\/\/stringfixer.com\/pt\/Haiku<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/treinamento24.com\/library\/lecture\/read\/296599-o-que-significa-kireji\">https:\/\/treinamento24.com\/library\/lecture\/read\/296599-o-que-significa-kireji<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.classicistranieri.com\/wikipediaforschoolspt\/wp\/h\/Haiku.htm\">https:\/\/www.classicistranieri.com\/wikipediaforschoolspt\/wp\/h\/Haiku.htm<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.gringsmemorabilia.com.br\/2019\/08\/haicai-tecnica-literaria-japonesa-da.html\">https:\/\/www.gringsmemorabilia.com.br\/2019\/08\/haicai-tecnica-literaria-japonesa-da.html<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.kakinet.com\/caqui\/brasil6.htm\">https:\/\/www.kakinet.com\/caqui\/brasil6.htm<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.nippo.com.br\/zashi\/2.haicai.petalas\/281.shtml\">https:\/\/www.nippo.com.br\/zashi\/2.haicai.petalas\/281.shtml<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.quatrocincoum.com.br\/br\/artigos\/literatura-japonesa\/nas-pegadas-de-basho\">https:\/\/www.quatrocincoum.com.br\/br\/artigos\/literatura-japonesa\/nas-pegadas-de-basho<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.recantodasletras.com.br\/teoria-literaria-sobre-haikai\/74900\">https:\/\/www.recantodasletras.com.br\/teoria-literaria-sobre-haikai\/74900<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.todoestudo.com.br\/literatura\/haikai\">https:\/\/www.todoestudo.com.br\/literatura\/haikai<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Fl1VY9eY6CA\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Fl1VY9eY6CA<\/a><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">\u2014 o \u2014<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">Quer dialogar?<br \/>\nEscreva-me: &lt;\u00a0<a href=\"mailto:rauer.rodrigues@ufms.br\">rauer.rodrigues@ufms.br\u00a0<\/a>&gt;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: right;\"><strong>Rauer Ribeiro Rodrigues<\/strong><br \/>\nProfessor; escritor; em travessia.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A ARTE DE ESCREVER<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Informa\u00e7\u00e3o importante<\/strong>: O Prof. Rauer ministrou, em diversos semestres desde 2008, no PPG-Letras Mestrado e Doutorado em Estudos Liter\u00e1rios do C\u00e2mpus de Tr\u00eas Lagoas da UFMS, cursos de escrita criativa; a pedido da Editora, alguns dos textos que serviram de diretriz para as aulas, aqui comentados e ampliados pelo professor, vem sendo publicados no\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/blog\/\"><strong><em>Blog da Pangeia<\/em><\/strong><\/a>; o professor tamb\u00e9m, eventualmente, acolhe e aqui publica textos dos seus alunos. Al\u00e9m dos textos que ent\u00e3o utilizou nos cursos, inclusive alguns com os quais trabalhou na gradua\u00e7\u00e3o, o professor vem incluindo outros, escritos especificamente para o blog, ampliando o escopo das aulas para um p\u00fablico al\u00e9m dos estudantes universit\u00e1rios. N\u00e3o perca! Vale a pena acompanhar!!!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: right;\"><strong>Claudia Amoroso Bortolato<\/strong><br \/>\nEditora-Executiva<br \/>\nPangeia Editorial<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>AULAS ANTERIORES DA S\u00c9RIE A ARTE DE ESCREVER:<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">(Clique nas palavras com link para ir para a aula)<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/como-publicar-seu-livro\/\"><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Como publicar seu livro<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-1-as-oito-licoes-de-isaac-babel\/\"><strong>Aula 1\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Oito li\u00e7\u00f5es de Isaac Babel<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-2-os-segredos-da-ficcao-segundo-raimundo-carrero\/\"><strong>Aula 2\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Segredos da fic\u00e7\u00e3o, por Raimundo Carrero<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-3-evite-verbos-de-pensamento-essa-e-a-dica-de-palahniuk\/\"><strong>Aula 3\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Palahniuk: evite verbos de pensamento e outras dicas<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-4-dicas-de-15-escritoras\/\"><strong>Aula 4\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Quinze escritoras e as min\u00facias da Arte de Escrever<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-5-29-aforismos-sobre-o-microconto\/\"><strong>Aula 5\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 29 aforismos sobre o microconto<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-6-dicas-ao-escrever-para-criancas-e-para-jovens\/\"><strong>Aula 6\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Para escrever para crian\u00e7as e jovens<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-7-o-haikai-sintese-concisao-e-expressividade\/\"><strong>Aula 7\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 S\u00edntese e concis\u00e3o na escrita do haikai<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-8-hemingway-33-dicas-e-leituras-indicadas-para-um-jovem-escritor\/\"><strong>Aula 8\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 33 dicas de escrita de Hemingway<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-9-tecnica-e-engenho-ao-escrever-para-cinema-e-televisao\/\"><strong>Aula 9\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 T\u00e9cnica e engenho na escrita para tev\u00ea e cinema<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-10-kafka-e-a-arte-de-escrever\/\"><strong>Aula 10\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 A arte de escrever na vis\u00e3o de Franz Kafka<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-11-stephen-king-as-ferramentas-e-outras-dicas-sensacionais-do-livro-on-writing\/\"><strong>Aula 11\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Ferramentas e dicas de Stephen King<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-12-a-concisao-do-infinito-com-antologia-de-microcontos\/\"><strong>Aula 12\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 A concis\u00e3o do infinito, com antologia de microcontos<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-13-as-licoes-de-camus-autor-de-a-peste\/\"><strong>Aula 13\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 As li\u00e7\u00f5es de Camus, autor de \u201cA peste\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-14-vamos-reinventar-o-soneto\/\"><strong>Aula 14\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Vamos reinventar o soneto?<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-15-defina-sua-profissao-de-fe-no-ato-de-escrever\/\"><strong>Aula 15\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Defina sua \u201cprofiss\u00e3o de f\u00e9\u201d no ato de escrever<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-16-hemingway-um-mergulho-na-teoria-do-iceberg\/\"><strong>Aula 16\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Ernest Hemingway: um mergulho na \u201cTeoria do\u00a0<em>Iceberg<\/em>\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-17-a-etica-e-a-estetica-do-vampiro\/\"><strong>Aula 17\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 A \u00e9tica e a est\u00e9tica do Vampiro<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-18-a-metalinguagem\/\"><strong>Aula 18\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 A metalinguagem<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-19-uma-metodologia-da-leitura\/\"><strong>Aula 19\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Uma metodologia da leitura<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/microconto-cacos-estilhacos-fotons\/\"><strong>Aula 20\u00a0<\/strong><\/a>\u2013 Microconto: cacos, estilha\u00e7os e f\u00f3tons<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #3366ff;\"><a style=\"color: #3366ff;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-21-haikai-tanka-renga-senryu\"><strong>Aula<\/strong> <strong>20<\/strong><\/a> \u2013 Haikai, Tanka, Renga, Senryu<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=arte+de+escrever\"><span style=\"color: #993366;\">Links descritivos de todos os artigos da s\u00e9rie<\/span><\/a><br \/>\n<\/strong><span style=\"color: #993300;\"><a style=\"color: #993300;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=arte+de+escrever\"><strong>A ARTE DE ESCREVER \u2013 AQUI!!!<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\">EDITORA PANGEIA:<br \/>\nCONFIRA PORQUE PUBLICAR NA PANGEIA:<br \/>\n<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/publique-na-pangeia\/\"><span style=\"color: #993366;\"><strong>AQUI !!!<\/strong><\/span><\/a><\/h4>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><u><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/sobre\/\">Quem Somos &#8211; Valores<\/a><\/u><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/publique\/\"><u>Or\u00e7amento<\/u><\/a>:<br \/>\n<strong><span style=\"color: #ff0000;\"><a style=\"color: #ff0000;\" href=\"mailto:publiqueconosco@editorapangeia.com.br\">publiqueconosco@editorapangeia.com.br<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-9579\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-17.38-216x300.jpg\" alt=\"\" width=\"529\" height=\"735\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-17.38-216x300.jpg 216w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-17.38-287x400.jpg 287w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-17.38-503x700.jpg 503w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Imagem-25-05-2022-as-17.38.jpg 697w\" sizes=\"auto, (max-width: 529px) 100vw, 529px\" \/><br \/>\n<em>\u201cO poeta Bash\u00f4 conversando com viajantes sob a lua cheia\u201d (1891), de Tsukioka Yoshitoshi<\/em><b><br \/>\n<\/b>The Philadelphia Museum of Art\/Art Resource\/Scala, Florence<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">No destaque do artigo, e no alto do artigo, ilustra\u00e7\u00e3o de haicais<br \/>\njaponeses em livro ilustrado por Yosa Buson em 1799.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">LEIA MAIS SOBRE O HAIKAI<br \/>\n<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=HAIKAI\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>AQUI !!!<\/strong><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tratamos antes, de modo introdut\u00f3rio, ao tema do haikai, AQUI, e da microfic\u00e7\u00e3o, cujos debates podem interessar aos cultores do haikai, AQUI,\u00a0AQUI\u00a0e\u00a0AQUI. Voltamos ao haikai, com o objetivo antes de ampliar as informa\u00e7\u00f5es, acrescentar alguns conceitos, e, em especial e com destaque, trazer ao debate o senryu, pequeno poema que se vale \u2013 com muita&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":592,"featured_media":9578,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[831,857],"tags":[101,5077,88,4395,177,863,375,865,84,85,80,840,64,75,82,252,86,837,81,410,95,858,859,864,83,87,322,460,48,141,445,373,446,374,843,867,862,866,179,376,861,860,680,603,868],"class_list":["post-9576","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-a-arte-de-escrever","category-senryu","tag-a-arte-de-escrever","tag-antirracismo","tag-aprendizado","tag-arte-da-escrita","tag-arte-de-escrever","tag-basho","tag-brevissimos","tag-buson","tag-criativa","tag-criatividade","tag-curso","tag-edgar-allan-poe","tag-editora-pangeia","tag-escrever","tag-escrita","tag-escrita-criativa","tag-ficcao","tag-fractal","tag-gratuito","tag-haicai","tag-haikai","tag-haiku","tag-hokku","tag-issa","tag-leitura","tag-literatura","tag-literatura-brasileira","tag-literatura-contemporanea","tag-livro","tag-microconto","tag-microficcao","tag-microminimus","tag-microrrelato","tag-minimus","tag-minimus-brevissimos","tag-octavio-paz","tag-oficina-de-escrita-criativa","tag-pedro-lira","tag-rauer","tag-rauer-ribeiro-rodrigues","tag-renga","tag-senryu","tag-tanka","tag-willia-katia-oliveira","tag-yosano-akiko"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9576","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/592"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9576"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9576\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18886,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9576\/revisions\/18886"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9578"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9576"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9576"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9576"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}