{"id":9048,"date":"2022-03-28T18:34:15","date_gmt":"2022-03-28T18:34:15","guid":{"rendered":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?p=9048"},"modified":"2025-11-20T18:04:56","modified_gmt":"2025-11-20T18:04:56","slug":"guri-e-baleinha-projetos-interdisciplinares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/guri-e-baleinha-projetos-interdisciplinares\/","title":{"rendered":"Guri e Baleinha &#8211; projetos interdisciplinares"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><strong>VAMOS VIAJAR COM NOSSO GURI CHEIO DE ARTE?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u2013 Literatura \u2013 Ci\u00eancias \u2013 Biologia \u2013 Fauna \u2013 Flora \u2013 Artes \u2013 Ecologia \u2013 Geografia \u2013<br \/>\n<\/strong><strong>\u2013 Sociologia \u2013 Hist\u00f3ria \u2013 L\u00edngua Portuguesa \u2013 Oceanografia \u2013 Reda\u00e7\u00e3o \u2013 Etc. \u2013<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">ATIVIDADES PEDAG\u00d3GICAS<br \/>\nProjetos interdisciplinares<\/p>\n<p style=\"padding-left: 200px;\">\u201cCertos conceitos cient\u00edficos mant\u00eam a vitalidade porque se recusam ao fechamento disciplinar. [&#8230;] A constitui\u00e7\u00e3o de um objeto e de um projeto, ao mesmo tempo interdisciplinar e transdisciplinar, \u00e9 que permite o interc\u00e2mbio, a coopera\u00e7\u00e3o, a policompet\u00eancia.\u201d (Edgar Morin, <strong><em>A cabe\u00e7a bem-feita<\/em><\/strong><em>: repensar a reforma, reformar o pensamento<\/em>, 21\u00aa ed., Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2014, p. 109-110).<\/p>\n<p><strong><em>O Guri cheio de arte e a Baleinha Jubarte<\/em><\/strong>, de Rauer, \u00e9 um poema narrativo cujos enredo, personagens e cen\u00e1rio mobilizam um conjunto de conhecimentos os mais variados, tornados poesia, amorosidade e di\u00e1logo na apreens\u00e3o e transmuta\u00e7\u00e3o do real.<\/p>\n<p>Este complemento pedag\u00f3gico se destina a estimular, nas \u00e1reas delimitadas, a elabora\u00e7\u00e3o de projetos poli-inter-transdisciplinares de trabalho em sala de aula.<\/p>\n<p>O fil\u00f3sofo Arist\u00f3teles, h\u00e1 2.500 anos, definiu que a poesia trata de um real poss\u00edvel, ainda que n\u00e3o verdadeiro. De l\u00e1 aos nossos dias, a literatura se constituiu em espa\u00e7o de utopia, de imagina\u00e7\u00e3o, de reflex\u00e3o, de manifesta\u00e7\u00e3o a mais alta, completa e complexa do humano, contendo em si um am\u00e1lgama de saberes que coalesce do mito \u00e0s ci\u00eancias, do religioso ao emp\u00edrico, do micro ao macro.<\/p>\n<p>Em nossos dias, diante do alvorecer de um novo tempo que tarda, a leitura liter\u00e1ria \u00e9 a melhor ferramenta pedag\u00f3gica dispon\u00edvel, desde que sem instrumentaliz\u00e1-la e operacionaliz\u00e1-la como objeto, mas mantendo-a pulsante, selvagem, em toda a explos\u00e3o de sua for\u00e7a vital.<\/p>\n<p>O que temos a seguir s\u00e3o apontamentos, indica\u00e7\u00f5es, sugest\u00f5es, pontos de partida.<\/p>\n<p>Quer dialogar conosco, com Rauer, o autor, e com nossa equipe da Ler-Brincar-Criar?<\/p>\n<p>Escreva-nos: \u201cEdi\u00e7\u00f5es Saru\u00ea\u201d &lt;oi.sarue@saru\u00ea.com&gt;.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Profa. Dra. Nima Spigolon<br \/>\nUnicamp<\/p>\n<ol>\n<li>O poema narrativo tem uma longa hist\u00f3ria. Os primeiros mitos surgiram de narradores orais em torno de fogueiras. Em movimento mnem\u00f4nico, essas primeiras narrativas foram reelaboradas a cada nova gera\u00e7\u00e3o com ritmo, rimas, alitera\u00e7\u00f5es e outros elementos facilitadores da reprodu\u00e7\u00e3o por novos <em>aedos<\/em>. Essa \u00e9 uma hist\u00f3ria linda, fascinante, que envolve antropologia, hist\u00f3ria, geografia, biologia. Vamos pesquisar sobre a ancestralidade humana e o nascimento da literatura?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>No jogo, a Baleinha enfrenta diversos obst\u00e1culos; no poema, surge somente o Minhoc\u00e3o, chamado de \u201cmonstr\u00e3o\u201d. Vamos conhecer esses elementos todos que s\u00e3o mencionados? O que \u00e9 camalote? Como vivem a on\u00e7a, o lobo-guar\u00e1, o tuiui\u00fa? Como vivem os ribeirinhos? O que s\u00e3o essas barca\u00e7as imensas que percorrem o rio? E esses turistas, vieram de onde? Existe esse Minhoc\u00e3o? Como ele \u00e9, de onde surgiu, o que ele faz? Vamos descobrir as belezas da fauna, da flora, dos rios e dos homens que vivem no Pantanal?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>Alguns substantivos comuns s\u00e3o grafados com inicial mai\u00fascula, no livro. A princ\u00edpio, as regras da L\u00edngua Portuguesa definem que deveriam estar em min\u00fasculas. Por que elas est\u00e3o assim no livro? Um escritor deve obedecer a todas as regras ou pode adapt\u00e1-las? Por que eles fazem isso? Vamos procurar, ler e mostrar aos colegas escritores que escreveram com essa liberdade?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>O Rio Paraguai nasce no Brasil nas f\u00edmbrias da Floresta Amaz\u00f4nica, constitui o eixo central da regi\u00e3o do Pantanal e do Chaco (a nomea\u00e7\u00e3o do Pantanal na Bol\u00edvia e no Paraguai), sendo um dos mais extensos biomas brasileiros, e um dos mais fr\u00e1geis. Os percursos da Baleinha Jubarte, no poema e no tabuleiro, s\u00e3o veross\u00edmeis ou h\u00e1, na poesia e\/ou no tabuleiro, liberdades \u201cpo\u00e9ticas\u201d? Vamos falar de representa\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, de constru\u00e7\u00e3o de mapas, de s\u00edmbolos nas artes (nos objetos art\u00edsticos) que referenciam a concretude natural?<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><strong><em>O Guri cheio de arte e a Baleinha Jubarte<\/em><\/strong> j\u00e1, desde o t\u00edtulo indicia um ritmo fr\u00e1sico, asson\u00e2ncias e rimas, apresentando os dois protagonistas do enredo. Que tal falarmos de g\u00eaneros e subg\u00eaneros po\u00e9ticos, os artif\u00edcios da contagem de s\u00edlabas (ou, em outra clave, de p\u00e9s po\u00e9ticos), e no modo como eles surgem, entrela\u00e7ados com a \u00e9poca em que se desenvolvem?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>O cora\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fico do Pantanal, cen\u00e1rio do livro, foi nomeado pelos espanh\u00f3is, os primeiros europeus a chegarem \u00e0 regi\u00e3o, de Mar de Xarayes. \u00c9 onde hoje se localiza \u2013 no estado de Mato Grosso do Sul &#8211; o munic\u00edpio e a cidade de Corumb\u00e1, na divisa do Brasil com a Bol\u00edvia, n\u00e3o sendo distante da fronteira com o Paraguai. H\u00e1 tribos ind\u00edgenas ali radicadas, no Brasil; a Bol\u00edvia se apresenta como Estado Plurinacional, considerando os povos origin\u00e1rios; e o Guarani \u00e9 a l\u00edngua materna de boa parte dos paraguaios. Desse modo, o portugu\u00eas e o castelhano predominam, mas h\u00e1 muitos influxos de costumes e, principalmente, lingu\u00edsticos. Vamos falar \u2013 do modo adequado ao perfil da turma \u2013 de sociolingu\u00edstica, de interc\u00e2mbio lingu\u00edstico, de migra\u00e7\u00f5es?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>As possibilidades de representa\u00e7\u00e3o de um texto liter\u00e1rio, em outras artes, s\u00e3o sempre muitas. Neste <strong><em>O Guri cheio de arte e a Baleinha Jubarte<\/em><\/strong> temos muitas op\u00e7\u00f5es: v\u00eddeos, desenhos, HQ, maquetes, esculturas, desenho-animado, cards, v\u00eddeoclipes, teatraliza\u00e7\u00e3o, declama\u00e7\u00e3o etc. Vamos tamb\u00e9m contar de novo, fazer recontos, criar novas hist\u00f3rias a partir das aventuras do Guri e da Baleinha? Como se conta um conto, voc\u00ea sabe? Vamos soltar a criatividade?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>No livro, o protagonista humano recebe denomina\u00e7\u00f5es variadas (pi\u00e1, menino, guri), utilizadas em diferentes regi\u00f5es do Brasil. Ele nasceu em Minas Gerais e reside no Pantanal. A Baleinha faz uma longa migra\u00e7\u00e3o e vivencia problemas t\u00edpicos dos migrantes (fome, saudade, medo, etc.). Vamos falar desses percursos e dos percursos familiares presentes na turma? Vamos situar percursos e falares, geografia humana e f\u00edsica e hist\u00f3rias individuais?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li>O lar da Baleinha \u00e9 o oceano; as \u00e1guas do Atl\u00e2ntico s\u00e3o salgadas e as \u00e1guas dos rios s\u00e3o sem sal. O lar da Jubartinha tamb\u00e9m se define por nele estar Mam\u00e3e Jubarte. Ela define o mar como lar e como o seu ar. O ciclo da vida e a variedade das formas de vida a\u00ed se apresentam. O ciclo das \u00e1guas, tamb\u00e9m. Vamos conferir como isso acontece na natureza e como as interven\u00e7\u00f5es humanas na natureza est\u00e3o modificando profundamente a nossa vida?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li>O alimento que salva a Baleinha vem de uma \u201cVaquinha\u201d. O poema e as ilustra\u00e7\u00f5es n\u00e3o mostram a ordenha. Ser\u00e1 que o Guri, arteiro, subiu bem r\u00e1pido o barranco e fez o movimento correto nas tetas da Vaquinha para o leite sair? Onde estava o bezerro neste momento? Quem \u00e9 o dono da Vaquinha? O que ela fazia no barranco do rio? H\u00e1 muitas vaquinhas no Pantanal? Como elas se alimentam quando o Rio vira o Mar de Xara\u00e9s? Um livro precisa contar tudo tudinho ou pode selecionar s\u00f3 o mais importante?<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>TABULEIRO DE JOGO<\/strong> &#8211; A \u00faltima capa do livro se desdobra duas vezes, formando o tabuleiro de jogo <em>&#8220;Seja a Baleinha Jubarte&#8221;<\/em>, em que o objetivo dos jogadores \u00e9 fazer o caminho da Baleinha no Rio Paraguai, encontrar com o Guri, que a alimenta, e retornar para sua m\u00e3e, na foz do Rio do Prata. O objetivo do jogo \u00e9 conhecer aspectos do Rio Paraguai e do Pantanal, e todos os jogadores, ao seu tempo, devem terminar a jornada. O tabuleiro tem 80 cent\u00edmetros, incluindo as instru\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Rauer<\/strong> &#8211; O autor de <strong><em>O Guri cheio de arte e a Baleinha Jubarte<\/em><\/strong> estudou Filosofia (USP), formou-se em Estudos Sociais e em Hist\u00f3ria, em Ituiutaba, MG, sua cidade natal, frequentou o curso de Letras, fez especializa\u00e7\u00e3o, doutorado e p\u00f3s-doutorado em Literatura, foi jornalista, publicit\u00e1rio, livreiro, editor e \u00e9 escritor e professor. Tem cinco filhos e catorze livros publicados.<\/p>\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre este livro, clique <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=Baleinha\">AQUI<\/a>.<\/p>\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre o autor, clique <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=rauer\">AQUI<\/a>.<\/p>\n<p>Para pedir o livro, escreva para \u201cPangeia Editorial\u201d &lt;dionysius.pangeia.sarue@gmail.com&gt; ou clique <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/product\/guri-cheio-de-arte-e-baleinha-jubarte\/\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>AQUI<\/strong><\/span><\/a>.<\/p>\n<blockquote><p><strong><u>Conhe\u00e7a nosso cen\u00e1rio, o Pantanal<\/u><\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Baleia Jubarte<br \/>\n<\/strong>Mam\u00edfero marinho, \u00e9 um dos maiores seres vivos do planeta.<\/p>\n<p><strong>Barca\u00e7a<br \/>\n<\/strong>Tipo de navio para carregar mercadorias; no Pantanal, carrega min\u00e9rio de ferro, da regi\u00e3o de Corumb\u00e1, com destino a outros pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong>Camalotes<\/strong><br \/>\nAguap\u00e9s que se soltam da margem e descem pelo rio.<\/p>\n<p><strong>Corumb\u00e1<\/strong><br \/>\nUm dos maiores munic\u00edpios do Brasil em extens\u00e3o, localizado na divisa Oeste de Mato Grosso do Sul, fronteira com a Bol\u00edvia. A cidade \u00e9 parte do centro geogr\u00e1fico do Pantanal, que se estende por Bol\u00edvia, Paraguai e pequena por\u00e7\u00e3o da Argentina.<\/p>\n<p><strong>Guri<\/strong><br \/>\nManeira com que os meninos s\u00e3o chamados em algumas regi\u00f5es do Brasil; em outras, tamb\u00e9m s\u00e3o chamados por pi\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Ip\u00ea<\/strong><br \/>\n\u00c1rvore nativa em todo o Brasil; h\u00e1 esp\u00e9cies com flores brancas, com flores rosas, com flores amarelas, com flores verdes e com flores roxas.<\/p>\n<p><strong>Lobo-Guar\u00e1<\/strong><br \/>\nFoi considerado do g\u00eanero <em>Canis<\/em>, o mesmo do c\u00e3o domesticado, o que atualmente est\u00e1 em discuss\u00e3o por cientistas, \u00e9 uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada da fauna brasileira com a destrui\u00e7\u00e3o dos biomas por a\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p><strong>Mar de Xara\u00e9s<\/strong><br \/>\nNo cora\u00e7\u00e3o do Pantanal, no tempo das cheias, a \u00e1gua se espalha por milhares de quil\u00f4metros quadrados; os primeiros europeus que chegaram ao local o chamaram de Mar de Xaray\u00e9s.<\/p>\n<p><strong>Mar\u00e9<\/strong><br \/>\nMovimentos das \u00e1guas dos oceanos que sobem e descem nas costas; ao subirem, criam marolas, as vezes de grande tamanho, em especial na foz dos rios.<\/p>\n<p><strong>Navios<\/strong><br \/>\nEmbarca\u00e7\u00f5es que flutuam na \u00e1gua e transportam passageiros ou mercadorias.<\/p>\n<p><strong>On\u00e7a Pintada<\/strong><br \/>\nMaior predador das matas brasileiras; esp\u00e9cie amea\u00e7ada com a destrui\u00e7\u00e3o dos biomas por a\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p><strong>Pi\u00e1<\/strong><br \/>\nManeira com que as crian\u00e7as (meninas ou meninos) s\u00e3o chamadas em algumas regi\u00f5es do Brasil; em algumas regi\u00f5es, os meninos tamb\u00e9m s\u00e3o chamados por guri.<\/p>\n<p><strong>Queimadas<\/strong><br \/>\nO fogo, acidental ou criminoso, devasta de tempos em tempos o Pantanal; t\u00eam sido muito frequentes, ultimamente.<\/p>\n<p><strong>Rio Uruguai<\/strong><br \/>\nAfluente que, ao se juntar aos Rios Paran\u00e1 e Paraguai, formam o Rio da Prata.<\/p>\n<p><strong>Tuiui\u00fa<\/strong><br \/>\nAve s\u00edmbolo do Pantanal, o p\u00e1ssaro adulto tem mais de dois metros de envergadura.<\/p>\n<p><strong>Turista<\/strong><br \/>\nViajante que, a lazer ou a neg\u00f3cios, realiza atividades para conhecer determinado lugar.<\/p>\n<p>Este gloss\u00e1rio \u00e9 meramente indicativo; consulte um dicion\u00e1rio ou uma enciclop\u00e9dia, de papel ou na internet; solicite ajuda para pesquisar estes e outros termos a um familiar adulto e \u00e0 professora ou aos professores. Em um caderno, anote todas as palavras novas que conhecer e o significado delas. Vamos toda semana ver entre os colegas quem descobre mais palavras novas e explica o que elas significam?<\/p>\n<blockquote><p>ADQUIRA O LIVRO:<br \/>\n<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/product\/guri-cheio-de-arte-e-baleinha-jubarte\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/product\/guri-cheio-de-arte-e-baleinha-jubarte\/<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p>No livro <em><strong>O Guri cheio de arte e a Baleinha\u00a0<\/strong><\/em><strong><em>Jubarte<\/em><\/strong>,\u00a0cada verbete do gloss\u00e1rio vem ilustrado com foto.<\/p>\n<p>Para nos contatar, escreva para \u201cEdi\u00e7\u00f5es Saru\u00ea\u201d &lt;<a href=\"http:\/\/oi.sarue@saru\u00ea.com\">oi.sarue@saru\u00ea.com<\/a>&gt;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VAMOS VIAJAR COM NOSSO GURI CHEIO DE ARTE? \u2013 Literatura \u2013 Ci\u00eancias \u2013 Biologia \u2013 Fauna \u2013 Flora \u2013 Artes \u2013 Ecologia \u2013 Geografia \u2013 \u2013 Sociologia \u2013 Hist\u00f3ria \u2013 L\u00edngua Portuguesa \u2013 Oceanografia \u2013 Reda\u00e7\u00e3o \u2013 Etc. \u2013 ATIVIDADES PEDAG\u00d3GICAS Projetos interdisciplinares \u201cCertos conceitos cient\u00edficos mant\u00eam a vitalidade porque se recusam ao fechamento disciplinar&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":592,"featured_media":9053,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[278,280],"tags":[5077,575,573,584,246,306,579,572,585,583,574,273,580,141,581,248,577,576,179,376,582,578],"class_list":["post-9048","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-infantojuvenil","category-ler-brincar-criar","tag-antirracismo","tag-atividades-pedagogicas","tag-baleinha","tag-baleinha-jubarte","tag-edicoes-sarue","tag-estudos-literarios","tag-glossario","tag-guri","tag-guri-cheio-de-arte","tag-jogo-ludico","tag-jubarte","tag-ler-brincar-criar","tag-livro-ilustrado","tag-microconto","tag-mimese","tag-nima-spigolon","tag-pantanal","tag-projetos-interdisciplinares","tag-rauer","tag-rauer-ribeiro-rodrigues","tag-representacao","tag-rio-paraguai"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9048","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/592"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9048"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9048\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18669,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9048\/revisions\/18669"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9053"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9048"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9048"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9048"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}