{"id":20395,"date":"2025-10-24T10:00:03","date_gmt":"2025-10-24T10:00:03","guid":{"rendered":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?p=20395"},"modified":"2025-12-17T12:42:16","modified_gmt":"2025-12-17T12:42:16","slug":"a-poesia-visceral-de-aira-maiger","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/a-poesia-visceral-de-aira-maiger\/","title":{"rendered":"A poesia visceral de Aira Maiger"},"content":{"rendered":"<p>O livro\u00a0<em><strong>33<\/strong><\/em>, de Aira Maiger, est\u00e1 em pr\u00e9-venda, <span style=\"color: #993366;\"><strong><a style=\"color: #993366;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/event\/33-de-aira-maiger\/\">AQUI<\/a><\/strong><\/span> e <span style=\"color: #003300;\"><a style=\"color: #003300;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/product\/33-aira-maiger\/\"><strong>AQUI<\/strong><\/a><\/span>. \u00c9 o primeiro livro da poeta \u2013 que chega com sua linguagem visceral, crua, simb\u00f3lica, carregada de men\u00e7\u00f5es que invocam de textos liter\u00e1rios cl\u00e1ssicos \u00e0 cultura pop hodierna, em processo antropof\u00e1gico que ressignifica de mitos a avatares.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-13125\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Aira_Maiger-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"468\" height=\"468\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Aira_Maiger-300x300.jpg 300w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Aira_Maiger-150x150.jpg 150w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Aira_Maiger-400x400.jpg 400w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Aira_Maiger-100x100.jpg 100w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Aira_Maiger-50x50.jpg 50w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Aira_Maiger.jpg 458w\" sizes=\"auto, (max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><br \/>\n<em>O primeiro livro de Aira Maiger, <b>33<\/b>, publicado no selo Dionysius da<\/em><br \/>\n<em>Editora Pangeia, est\u00e1 em pr\u00e9-venda em <span style=\"color: #993300;\"><a style=\"color: #993300;\" href=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/gondwana\">editorapangeia.com.br\/gondwana<\/a><\/span>.\u200b<\/em><br \/>\n<em>Aira \u00e9 de Noroeste, pra l\u00e1 do Sert\u00e3o da Farinha Podre, perto das ribanceiras<\/em><br \/>\n<em>do rio Parana\u00edba. Seus poemas mesclam o g\u00f3tico \u00e0 fantasia e tem pitadas de <\/em>science fiction<em> em intertexto antropof\u00e1gico com autores cl\u00e1ssicos de todos<\/em><br \/>\n<em>os tempos. Veja mais detalhes no Blog da Pangeia, ISSN 3085-8453, e\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Conhe\u00e7a mais a poeta Aira Maiger<\/strong>:<br \/>\n<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/?s=Aira+Maiger\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>CLIQUE AQUI !!!<\/strong><\/span><\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>33<\/strong><\/em><strong>, de Aira Maiger<\/strong><br \/>\nbrochura, 76 p\u00e1ginas<br \/>\nProjeto gr\u00e1fico da autora<br \/>\ncom tipografia desenhada<br \/>\npor m\u00e3os femininas<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Ilustra\u00e7\u00f5es: Liev Rodrigues<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Capa e Diagrama\u00e7\u00e3o:<br \/>\nRizera \u2013 R\u00edzio Macedo<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Texto da orelha:<br \/>\nNima Spigolon<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Editor: Rauer<\/p>\n<p>Reproduzimos abaixo <strong>entrevista<\/strong> que Aira concedeu ao <em><strong>Blog da Pangeia<\/strong><\/em>. A entrevista tamb\u00e9m est\u00e1 publicada ao final do livro. A colet\u00e2nea de estreia de Aira Maiger, <em><strong>33<\/strong><\/em>, apresenta uma poeta que, desde o primeiro verso, na forma e na vis\u00e3o de mundo, mostra a for\u00e7a inquietante de sua literatura.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Aira Maiger:<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"p1\">Escrevo por necessidade. Como viver. sem digerir e vomitar a vida que se vive? Minha poesia nasce do encontro entre o grotesco e o sagrado, o humor \u00e1cido e o pensamento cr\u00edtico, o sublime e o banal. \u00c9 corte, costura e confronto.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"p2\" style=\"text-align: center;\">\u201cMinha poesia \u00e9 sangue em chamas\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"p1\"><strong>Blog da Pangeia<\/strong>: Sua poesia e seus poemas parecem radicalmente diferentes do que vemos corriqueiramente. Sente essa estranheza, esse <em>unheimlich<\/em>, essa estranheza familiar?<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>Aira Maiger<\/strong>: Passei a vida toda em um lugar de estranheza, sendo chamada de esquisita e olhada com olhares de perturba\u00e7\u00e3o. Na escola, sofria <em>bullying<\/em> sem saber o que era isso e muito menos o motivo. Lembro de, crian\u00e7a, tentar criar teorias nas quais eu buscava alguma possibilidade de final feliz para explicar aquilo.<\/p>\n<p class=\"p1\">No trabalho, n\u00e3o entendia o mecanismo pelo qual pessoas menos competentes conseguiam reconhecimento t\u00e3o r\u00e1pido, enquanto eu demorava toda uma d\u00e9cada de muita especializa\u00e7\u00e3o para ter algum que me permitisse sair do lugar&#8230; passei anos disfar\u00e7ando inc\u00f4modos para poder caminhar mais um pouco.<\/p>\n<p class=\"p1\">Em algum momento, me apropriei do diferente, cheguei at\u00e9 a me orgulhar dele. Percebi a beleza de pensar como penso e ser quem eu sou, a beleza de descobrir algumas poucas pessoas que funcionam de um jeito parecido, a beleza de como algumas outras lutam para entender um ser que aparentemente funciona em um mecanismo mental extraterrestre.<\/p>\n<p class=\"p1\">Acho que o que escrevo \u00e9 um pouco, ou muito, na tentativa de transmitir meu estranhamento diante da vida e dos seres humanos.<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>Quais s\u00e3o os seus poetas preferidos? Quais s\u00e3o seus escritores favoritos? Quais s\u00e3o suas escritoras favoritas? A quais autoras e autores a sua escrita se filia Sente-se integrante de alguma fam\u00edlia liter\u00e1ria em espec\u00edfico? Explique isso em detalhes, por favor.<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\">Citar preferidos \u00e9 como puxar uma corda, voc\u00ea pensa em um e logo vem outro agarrado. Eu percebo que as refer\u00eancias que mais se cristalizaram em mim foram dos g\u00eaneros de fantasia e horror, mas h\u00e1 exce\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"p1\">No in\u00edcio da vida, meus preferidos eram <em>Marquinhos No Lugar Nenhum<\/em>, da Leila Norberto; <em>Soprinho<\/em>, da Fernanda Lopes de Almeida; e a poesia da Cec\u00edlia Meirelles. Depois, foi a vez dos livros dos ficcionistas de l\u00edngua inglesa: Jack London, JRR Tolkien e CS Lewis; e do brasileiro Carlos Drummond de Andrade.<\/p>\n<p class=\"p1\">E ent\u00e3o, Poe, Mary Shelley, Margaret Etwood e os sublimes haikais de Nima Spigolon. Quero citar especialmente <em>O Caminhante<\/em>, de Rauer, um dos melhores textos produzidos no Brasil contempor\u00e2neo que fizeram minha cabe\u00e7a. Eu j\u00e1 o chamei algumas vezes de \u201cO Corvo brasileiro\u201d, pela sonoridade e ambienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p1\">Tamb\u00e9m foram muito importantes para mim, do ponto de vista da poesia, o trabalho de letristas, especialmente posso citar o alem\u00e3o Till Lindemann e a francesa Marion Bascoul.<\/p>\n<p class=\"p1\">Percebo proximidade do que fa\u00e7o com o movimento antropof\u00e1gico, o canibalismo simb\u00f3lico e a antropofagia simb\u00f3lica, mas, juro!, foi quase sem querer que esbarrei em todos esses termos.<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>J\u00e1 incorporou a IA em seu processo criativo? De que modo? O que pensa da IA em geral e da IA no \u00e2mbito da cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria? Essa tal de IA deve ou pode ser utilizada nas artes? A arte, express\u00e3o da subjetividade humana, tem lugar em um contexto de utiliza\u00e7\u00e3o massificada da IA?<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\">Assim como toda revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, a IA chegou amea\u00e7ando empregos e causando um apocalipse na cabe\u00e7a de muita gente. H\u00e1 quest\u00f5es \u00e9ticas que precisamos discutir e resolver enquanto sociedade, principalmente em rela\u00e7\u00e3o a direitos autorais.<\/p>\n<p class=\"p1\">N\u00e3o existe maneira de viver conectado no mundo hoje sem ser influenciado pela IA. Voc\u00ea faz uma pesquisa de uma palavra para conferir o significado e o primeiro resultado \u00e9 gerado por IA. Voc\u00ea d\u00e1 um passeio por uma rede social para buscar alguma inspira\u00e7\u00e3o e, de repente, ela vem em forma de v\u00eddeo produzido por IA.<\/p>\n<p class=\"p1\">N\u00e3o penso que seja, portanto, uma quest\u00e3o de dever ou poder ser usada nas artes. Ela vai ser usada, de forma passiva ou ativa, porque faz parte da constru\u00e7\u00e3o da nossa sociedade agora. Isso n\u00e3o \u00e9 bom ou ruim em si mesmo: uma ferramenta sempre depende do uso que cada ser humano escolhe fazer dela.<\/p>\n<p class=\"p1\">Novos tipos de artistas est\u00e3o surgindo, pessoas que n\u00e3o teriam condi\u00e7\u00f5es financeiras para realizar um filme, por exemplo, passar\u00e3o a ter. Ao mesmo tempo, a arte que \u00e9 usada para consumo e entretenimento de massa vai ficar mais barata para produzir, vai gerar mais lucro para os donos do dinheiro&#8230; e menos sal\u00e1rio para os artistas tradicionais. O poema \u201cCapital AI\u201d \u00e9 sobre isso: at\u00e9 que ponto vendemos a alma a fim de ter sal\u00e1rio ou reconhecimento?<\/p>\n<p class=\"p1\">Ativamente, tive uma experi\u00eancia interessante na \u00faltima revis\u00e3o de alguns poemas de solicitar a um assistente que buscasse palavras. Normalmente utilizo tr\u00eas dicion\u00e1rios no meu processo de escrita: o tradicional, o de sin\u00f4nimos e o de rimas. O assistente me d\u00e1 tudo isso junto e ainda filtra pelo n\u00famero de s\u00edlabas, se eu pedir. Mas&#8230; algo se perde. N\u00e3o penso que seja um substituto. S\u00e3o ferramentas diferentes. E tamb\u00e9m n\u00e3o d\u00e1 pra substituir os insights de um amigo ou de um artista leitor por um dicion\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>Al\u00e9m da poesia, escreve em outros g\u00eaneros? Tem seu indefect\u00edvel di\u00e1rio com chave secreta desde a adolesc\u00eancia?<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\">Eu tenho v\u00e1rias coisas escritas na adolesc\u00eancia e guardadas, sobretudo cr\u00f4nicas, mas a maioria foi pro fogo. Eu tenho um certo \u00edmpeto de destrui\u00e7\u00e3o com as coisas que escrevo, aquele sentimento de Nudez que por vezes \u00e9 aterrorizante. Precisei de terapia para aceitar isso. Depois de ler um livro fascinante da paleont\u00f3loga Caitl\u00edn Kiernan, h\u00e1 cerca de oito meses, comecei a me aventurar tamb\u00e9m na fic\u00e7\u00e3o, embora a ideia sempre tenha me assombrado. Fiquei me perguntando se conseguiria criar algo como aquela hist\u00f3ria, e, de brincadeira, pedi para um assistente de IA me explicar como as pessoas faziam para escrever. Peguei as dicas e fiz um rascunho de estrutura. O zigoto virou rascunhos de cap\u00edtulos, que foram se dividindo at\u00e9 virar um feto de 40 cap\u00edtulos.<\/p>\n<p class=\"p1\">\u00c9 Inferno e Para\u00edso! Amo meus personagens como se fossem pessoas reais, sofro com eles, tor\u00e7o por eles, e nunca, nunca o texto parece bom o suficiente para eu parar de lamber e passar para o desenvolvimento da pr\u00f3xima parte. Vou precisar de terapia de novo!<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>Aira Maiger \u00e9 nome, pseud\u00f4nimo, heter\u00f4nimo, uma brincadeira ou um avatar necess\u00e1rio?<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\">\u00c9 uma brincadeira de quando eu ainda lutava com o sentimento de vergonha ao me colocar do avesso no bloco de notas do smartphone, printar a tela e postar na internet. Meu nome, ao contr\u00e1rio. Assim, pare\u00e7o me esconder, um pouco, com folhas de figueira.<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>O que, para voc\u00ea, deve ser a poesia enquanto forma, enquanto conte\u00fado, enquanto ato \u00e9tico de ser e estar no mundo?<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\">Toda arte tem conte\u00fado, por mais superficial que possa ser. O desafio que me fa\u00e7o \u00e9 de me aprofundar nas quest\u00f5es que s\u00e3o, ao mesmo tempo, pessoais e universais; e usar a forma para servir ao conte\u00fado, e n\u00e3o o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>O que escreve \u00e9 biogr\u00e1fico, autobiogr\u00e1fico, fantasia ou fic\u00e7\u00e3o? Explique, detalhe, revolva as entranhas, por favor.<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\">\u00c9 tudo isso ao mesmo tempo e lugar. \u00c0s vezes \u00e9 biografia da fantasia, \u00e0s vezes \u00e9 fic\u00e7\u00e3o autobiogr\u00e1fica. Mas sempre parte de um lugar que sangra. E, como minha dentista gosta de dizer: se sangra \u00e9 porque est\u00e1 vivo!<\/p>\n<p class=\"p1\">Minha poesia \u00e9 sangue em chamas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Conhe\u00e7a mais a poeta Aira Maiger<\/strong>:<br \/>\n<span style=\"color: #008000;\"><a style=\"color: #008000;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/?s=Aira+Maiger\"><strong>CLIQUE AQUI !!!<\/strong><\/a><\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Leia, curta e comente os poemas de Aira<br \/>\n<span style=\"color: #ff6600;\"><a style=\"color: #ff6600;\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/aira.maiger\/?hl=pt-br\"><strong>NO INSTAGRAM<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Adquira livro <em><strong>33<\/strong><\/em>, de Aira Maiger, com<br \/>\n<strong>desconto de pr\u00e9-venda,<\/strong><br \/>\n<span style=\"color: #993366;\"><strong><a style=\"color: #993366;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/event\/33-de-aira-maiger\/\">AQUI<\/a><\/strong><\/span> e <span style=\"color: #ff0000;\"><a style=\"color: #ff0000;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/product\/33-aira-maiger\/\"><strong>AQUI<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro\u00a033, de Aira Maiger, est\u00e1 em pr\u00e9-venda, AQUI e AQUI. \u00c9 o primeiro livro da poeta \u2013 que chega com sua linguagem visceral, crua, simb\u00f3lica, carregada de men\u00e7\u00f5es que invocam de textos liter\u00e1rios cl\u00e1ssicos \u00e0 cultura pop hodierna, em processo antropof\u00e1gico que ressignifica de mitos a avatares. 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