{"id":18558,"date":"2025-03-27T13:00:58","date_gmt":"2025-03-27T13:00:58","guid":{"rendered":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?p=18558"},"modified":"2025-05-14T14:06:00","modified_gmt":"2025-05-14T14:06:00","slug":"evaldo-balbino-lanca-novo-livro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/evaldo-balbino-lanca-novo-livro\/","title":{"rendered":"Evaldo Balbino lan\u00e7a novo livro"},"content":{"rendered":"<p>Evaldo Balbino lan\u00e7a seu 17\u00ba livro individual, a colet\u00e2nea <em><strong>Poemas de depois da chuva<\/strong><\/em>. A quantidade, aqui, \u00e9 tamb\u00e9m sin\u00f4nimo de alt\u00edssima exig\u00eancia, de labor incessante para a express\u00e3o cristalina, para a escolha do voc\u00e1bulo mais preciso, e para o rigor formal, rigor que faz o vigor da seiva po\u00e9tica que alimenta os versos de Evaldo Balbino.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Para adquirir a colet\u00e2nea com<\/strong><br \/>\n<strong>desconto de lan\u00e7amento<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/product\/poemas-de-depois-da-chuva-evaldo-balbino\/\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>CLIQUE AQUI!<\/strong><\/span><\/a><\/p>\n<p><em><strong>Poemas<\/strong><strong> de depois da chuva <\/strong><\/em>(Pangeia \/ Dionysius, 2025) \u00e9 um ponto alto da po\u00e9tica de Evaldo Balbino, de seu projeto autoral, e \u201cum acordo t\u00e1cito com o lirismo que se deveria reivindicar para a vida\u201d, conforme anota a poeta Fl\u00e1via Bon Cardoso no pref\u00e1cio do livro.<\/p>\n<p>O livro se divide em quatro partes:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Poemas de depois da chuva<\/em><br \/>\n<em>Conversa com a chuva<\/em><br \/>\n<em>10 tankas para Takuboku Ishikawa<\/em><br \/>\n<em>Broto<\/em><\/p>\n<p>Dos temas perenes da grande poesia de todos os tempos (o amor, a morte, a inf\u00e2ncia, a resist\u00eancia \u00e0s adversidades, a supera\u00e7\u00e3o existencial, o tempo) a temas caros \u00e0 modernidade (a distopia, a vida que renasce, a sexualidade, a solid\u00e3o, a solidariedade, o lixo), Evaldo Balbino tem uma dic\u00e7\u00e3o personal\u00edssima e \u00e9 uma voz po\u00e9tica incontorn\u00e1vel na poesia brasileira de nossos dias.<\/p>\n<p>O livro chega com 92 p\u00e1ginas em papel p\u00f3len 80g, em brochura encadernada e costurada, com capa em policromia e diagrama\u00e7\u00e3o de Rizera e com um b\u00f4nus: pref\u00e1cio da poetaFl\u00e1via Bon Cardoso. Reproduzimos abaixo esse pref\u00e1cio.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\">H\u00e1 um Deus que habita nossos olhos<br \/>\npela poesia de Evaldo Balbino<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Fl\u00e1via Bon Cardoso *<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Aceitar os convites de leitura da escrita de Evaldo Balbino \u00e9 fazer um acordo t\u00e1cito com o lirismo que se deveria reivindicar para a vida. J\u00e1 o t\u00edtulo desta nova obra se apresenta como parte deste acordo: apresentamo-nos para a promessa que ele det\u00e9m, s\u00e3o <em><strong>Poemas de depois da chuva<\/strong><\/em>. E ainda que haja chuvas benfazejas e chuvas destrutivas, a escolha das palavras de Hesse como ep\u00edgrafe de abertura do livro afirma o papel a que o poeta n\u00e3o se furta: \u201cMesmo que eu amanh\u00e3 j\u00e1 n\u00e3o esteja aqui \/ \u2013 aqui estou hoje!\u201d. Acostumados \u00e0 sua escrita sens\u00edvel, comemoramos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Completamente c\u00f4nscio de que \u201cestar aqui hoje\u201d \u00e9 tamb\u00e9m estar \u201capesar de\u201d, \u00e9 com essa locu\u00e7\u00e3o que Balbino abre \u201cCampa\u201d, o primeiro poema da obra. Um poema inicial nos surpreende com um voc\u00e1bulo pr\u00f3prio aos desfechos. Um poema inaugural que requisita a for\u00e7a imag\u00e9tica produzida pelo barro \u2013 elemento t\u00e3o importante para a g\u00eanese da vida em <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-18756 alignright\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-09.51-1-192x300.jpg\" alt=\"\" width=\"285\" height=\"445\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-09.51-1-192x300.jpg 192w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-09.51-1-8x12.jpg 8w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-09.51-1-256x400.jpg 256w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-09.51-1-448x700.jpg 448w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-09.51-1.jpg 537w\" sizes=\"auto, (max-width: 285px) 100vw, 285px\" \/>diversas tradi\u00e7\u00f5es culturais e religiosas \u2013 a nos apresentar ind\u00edcios de que <em><strong>Poemas de depois da chuva<\/strong><\/em> nos colocar\u00e1 diante dos grandes temas que envolvem o ser humano. Est\u00e3o a\u00ed a gratuidade da vida confrontada com seu prop\u00f3sito, a presen\u00e7a da morte, a estrutura do tempo e da eternidade, as paisagens que emolduram nossa exist\u00eancia, a luz que escolhemos para ilumin\u00e1-la e para iluminar aqueles que nos acompanham na jornada.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Os primeiros versos do livro, alguns em di\u00e1logo majestoso com a tradi\u00e7\u00e3o po\u00e9tica de Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto e de Cec\u00edlia Meireles, dimensionam a for\u00e7a da chuva a que seremos arrebatados pelas m\u00e3os do poeta, a devasta\u00e7\u00e3o que ela produzir\u00e1 em n\u00f3s: \u201c\u00e9 lama \/ que se estende sobre seu corpo \/ \u2013 o charco sobre a vida\u201d, \u201ccomo se nada \/ mais adiantasse\u201d, \u201cOs olhos do menino s\u00e3o m\u00e3os \/ apoiando-se em monturos\u201d, \u201cO carrinho na m\u00e3o \u00e9 estandarte \/ da l\u00fadica vida deitada \/ brincando de morte, de nada\u201d, \u201ca tristeza \/ que a tudo beija \/ e abra\u00e7a sem piedade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Numa paisagem desoladora como essa, Balbino constr\u00f3i uma voz po\u00e9tica que se oferece como instrumento (\u201cA Deus por tudo clamava \/ a minha voz, afonia\u201d, \u201ce meus poemas s\u00e3o ombros \/ para os detritos sem vida\u201d). Dor tamanha essa voz encarna, numa conflu\u00eancia entre paisagem e ser (\u201cEu n\u00e3o tinha este rosto, \/ esta face de rio \/ desaguando desgosto \/ nestas rugas de frio\u201d), que \u00e9 na proposta de di\u00e1logo com essa chuva que se encontram os versos mais contundentes produzidos por essa peleja.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Bela \u00e9 a forma como as alitera\u00e7\u00f5es, as prosopopeias e as ant\u00edteses v\u00e3o se construindo quando a voz po\u00e9tica encara as profundezas da dor (\u201cHoje uma dor profunda, \/ do fundo do nada, \/ me atravessa com seu peso de \u00e1gua suja.\u201d) e, desse col\u00f3quio com a destrui\u00e7\u00e3o, com a morte, com a escurid\u00e3o, com Caronte, extrai o que deve permanecer, lavra o que \u00e9 eterno (\u201cAs m\u00e3os de minha m\u00e3e sorriam\u201d; \u201cpois vejo ainda em vida \/ a f\u00e9, o canto, o solto \/ sorriso teu de amor.\u201d). E se a dor lancinante n\u00e3o se esvai, porque \u201cA dor \u00e9 m\u00f3\u201d, suas \u00e1guas profundas v\u00e3o encontrando sendas: \u201cM\u00f3 que ainda se move \/ porque a vida urge \/ e a exist\u00eancia se comove.\u201d; \u201ccomo neste meu poema vivo \/ eu respiro tanto e sempre rio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Nunca se sabe a cronologia de escrita dos versos que se apresentam numa obra, a n\u00e3o ser que o autor a manifeste. Mas, lendo <em><strong>Poemas de depois da chuva<\/strong><\/em>, \u00e9 poss\u00edvel imaginar que a s\u00edntese e o encantamento produzidos em <em>10 tankas para Takuboku Ishikawa<\/em> precisavam da for\u00e7a das \u00e1guas que foram revolvidas nas partes iniciais da obra, para que do bronze se fizesse poesia. S\u00f3 depois de dor t\u00e3o pungente, \u00e9 poss\u00edvel entender que \u201ctudo \u00e9 milagre sem peia\u201d, que \u201cO choro \u00e9 tamb\u00e9m cantar\u201d e que todos somos aprendizes de gorjeio.<\/p>\n<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 No poema \u201cAlvorecer\u201d, um dos primeiros poemas de <em>Broto<\/em>, a nova alquimia est\u00e1 feita: os sonhos e os desejos do eu <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-18762 alignleft\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.04.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"271\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.04.jpg 203w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.04-14x12.jpg 14w\" sizes=\"auto, (max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/>po\u00e9tico s\u00e3o primorosamente resgatados (\u201cMas meu desejo hoje \u00e9 pleno e tanto\u201d) e o que antes eram vest\u00edgios na lama agora \u00e9 amplid\u00e3o (\u201cVejo o claro, vejo o escuro, \/ e do mundo a cumeeira\u201d). Aqui, \u201cAmar \u00e9 resist\u00eancia\u201d; e a ora\u00e7\u00e3o, antes grande apelo, agora \u00e9 contempla\u00e7\u00e3o (\u201ctal qual a perfeita alegria\u201d). E mesmo o c\u00e3o de <em>Broto<\/em>, t\u00e3o distinto do c\u00e3o dos primeiros versos da obra, \u00e9 agora um c\u00e3o brincante, como toda vida que encontra contentamento. \u201cMe olha feliz porque existe\u201d nos remete a um di\u00e1logo frondoso com Alberto Caeiro.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e0 toa, em <em>Broto<\/em>, podemos ler \u201cNada na vida \u00e9 degredo, \/ quando dos sonhos nos brilham \/ os animais do pres\u00e9pio \/ do Deus Menino ao redor\u201d. Est\u00e1 a\u00ed o \u201cpresto \/ brilho da estrela maior\u201d a nos guiar novamente. E \u00e9 disso que tamb\u00e9m se trata a for\u00e7a da voz po\u00e9tica presente na obra de Evaldo Balbino: da escurid\u00e3o, dos destro\u00e7os, sobre a lama, \u00e9 preciso escrever os versos que iluminam a experi\u00eancia humana. Se a casa de \u201cCampa\u201d estava completamente soterrada, \u00e9 no poema \u201cMorada\u201d que a maestria do poeta produz: \u201cTudo isso \u00e9 Deus \/ morando em meus olhos\u201d. E, depois do percurso, todos n\u00f3s, agora, j\u00e1 podemos habitar uma casa com janelas para o Leste.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Fl\u00e1via Bon Cardoso<\/strong><br \/>\nPetr\u00f3polis\/RJ,<br \/>\njaneiro de 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Livro com desconto especial de lan\u00e7amento:<\/strong><br \/>\n<strong>Para adquirir a colet\u00e2nea<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/product\/poemas-de-depois-da-chuva-evaldo-balbino\/\"><span style=\"color: #ff0000;\">CLIQUE AQUI!<\/span><\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-18761\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.03-201x300.jpg\" alt=\"\" width=\"358\" height=\"534\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.03-201x300.jpg 201w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.03-8x12.jpg 8w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.03-268x400.jpg 268w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.03-470x700.jpg 470w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-28-03-2025-as-10.03.jpg 552w\" sizes=\"auto, (max-width: 358px) 100vw, 358px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evaldo Balbino lan\u00e7a seu 17\u00ba livro individual, a colet\u00e2nea Poemas de depois da chuva. 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