{"id":16987,"date":"2024-11-08T20:43:16","date_gmt":"2024-11-08T20:43:16","guid":{"rendered":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?p=16987"},"modified":"2025-11-20T17:45:08","modified_gmt":"2025-11-20T17:45:08","slug":"carta-resenha-prefacio-para-vanessa-cristina-dias-de-souza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/carta-resenha-prefacio-para-vanessa-cristina-dias-de-souza\/","title":{"rendered":"Carta-Resenha-Pref\u00e1cio para Vanessa Cristina Dias de Souza"},"content":{"rendered":"<p>A t\u00edtulo de Pref\u00e1cio ao livro <em><strong>Giras e identidade negra: narrativas de emancipa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em>, de Vanessa Dias, a profa. Camila Lima Coimbra, da UFU, escreveu uma resenha em forma de carta \u00e0 autora.<\/p>\n<p>Reproduzimos abaixo esse texto:<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Uberl\u00e2ndia, 27 de agosto de 2024<\/p>\n<p>Querido\/a leitor\/a,<\/p>\n<p>Tive o prazer de conhecer a Vanessa, mesmo que \u00e0 dist\u00e2ncia, no dia de sua defesa de Mestrado, em 30 de junho de 2023, na Unicamp. Como suplente da banca, fui chamada para a necessidade. \u201cFui tomada de susto\u201d, como diria minha av\u00f3 materna, para conhecer o seu trabalho e participar de sua banca de defesa. Tenho que come\u00e7ar dizendo que senti muito n\u00e3o ter vivido mais essa experi\u00eancia. Gostaria de ter convivido mais com o trabalho e com a pesquisadora, e queria ter podido estar inteira ao lado de voc\u00eas.<\/p>\n<p>\u201cChorado o leite derramado\u201d, outra express\u00e3o de minha av\u00f3 materna, agrade\u00e7o por ter tido a oportunidade desse susto-encontro. A escrita da Vanessa \u00e9 um convite, pela honestidade de sua hist\u00f3ria, baseada em reflex\u00f5es singulares e que exemplificam quest\u00f5es sociais com uma intensidade que d\u00e1 essa inteireza convidativa de seu trabalho. Uma prazerosa leitura, mesmo na correria, ri, fiquei triste, te imaginei, fui contagiada pelo seu sorriso e por sua boniteza nas reflex\u00f5es expostas. Elas nos fazem re-pensar os conflitos cotidianos como o racismo estrutural, a desigualdade social, o machismo e o patriarcado impregnado em nossas hist\u00f3rias.<\/p>\n<p>A ruptura \u00e9 um convite feito pela Vanessa. Re-pensar em nossa forma de ser e agir no mundo. Vanessa convida as pessoas a se conhecerem. Convida as\u00a0pessoas a se re-conhecerem em suas hist\u00f3rias. Convida as pessoas a se humanizarem com o engajamento social que vive e referencia-se.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Sobre a pr\u00e9-venda do livro<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/gondwana\"><span style=\"color: #993366;\">CLIQUE AQUI<\/span><\/a><\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Eu decidi escrever a Carta ao leitor\/a porque, em minha hist\u00f3ria, as cartas que recebi foram de amor. Ent\u00e3o receba daqui, cada palavra como se fosse um gesto de amor meu, em sua dire\u00e7\u00e3o. Para que as emo\u00e7\u00f5es, que senti ao ler o texto da Vanessa, possam tamb\u00e9m ser sentidas por voc\u00ea.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de emo\u00e7\u00f5es, h\u00e1 tamb\u00e9m a provoca\u00e7\u00e3o que ela consegue fazer, ao papel de uma mulher branca na sociedade. Este trabalho me impactou sobremaneira nas reflex\u00f5es de meu papel neste Brasil racista.<\/p>\n<p>Para mim, tu amas na medida em que tu n\u00e3o te aproprias do sujeito e nunca do objeto do teu amor. Dizendo isso, em outras palavras, quer dizer, tu amas na medida em que tu experimentas uma busca de liberdade no outro e com o outro. (Verbete: Amor, Paulo Freire)<\/p>\n<p>O seu amor \u00e9 vivido em um processo de liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Vanessa conta-reflete sobre essa hist\u00f3ria de amor como se fosse voc\u00ea mesmo, com sua fam\u00edlia, com sua ancestralidade, com a juventude, com a transgress\u00e3o e com o movimento de uma pr\u00e1xis aut\u00eantica, como diria Freire.<\/p>\n<p>Vejo Freire no trabalho. Vanessa o materializa em sua exist\u00eancia. A busca dela, como pesquisadora, \u00e9 pelo ser mais; ela est\u00e1 convicta da possibilidade de mudan\u00e7a, porque \u00e9 a pr\u00f3pria mudan\u00e7a e por fim, compreende-se na corporeifica\u00e7\u00e3o das palavras pelo exemplo. O exemplo \u00e9 um convite feito pela Vanessa.<\/p>\n<p>Em uma entrevista que eu, Nima-camarada e Gabriel fizemos, com F\u00e1tima Freire, nas Comemora\u00e7\u00f5es do Centen\u00e1rio de Paulo Freire, ela disse:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Ent\u00e3o, o meu primeiro trabalho na forma\u00e7\u00e3o, para uma educa\u00e7\u00e3o transformadora, reflexiva, \u00e9 justamente o acordar essa crian\u00e7a interna. \u00c9 muito bonito, porque o que segue num segundo momento nesse processo de forma\u00e7\u00e3o, como eu concebo, \u00e9 devolver a pessoa a ela mesma [&#8230;] Ao n\u00e3o separar o te\u00f3rico do pr\u00e1tico. Ao n\u00e3o separar o teu desejo e a forma que voc\u00ea est\u00e1 no mundo, voc\u00ea faz impacto no corpo do outro. [&#8230;] Ou seja, na verdade, o mais importante, que eu descobri ao longo desses anos, \u00e9 que n\u00e3o importa a intensidade de seu desejo, voc\u00ea n\u00e3o ensina a desejar, tu vives. [&#8230;] Voc\u00ea est\u00e1 t\u00e3o presente, voc\u00ea vive com tamanha intensidade aquilo que voc\u00ea acredita, aquilo que voc\u00ea est\u00e1 querendo construir que aquilo fica no corpo do outro, n\u00e3o tem como n\u00e3o ficar. (FREIRE, 2021)<\/p>\n<p>Vanessa vive. Viver \u00e9 o testemunho de sua \u201cteoria do fazer\u201d, de sua pr\u00e1xis. F\u00e1tima Freire (2021) transpira essa ideia de que \u201cquem ensina marca o corpo do outro\u201d, quando diz da presen\u00e7a e da sua inteireza no processo,e bem como a busca pela coer\u00eancia, mesmo ciente de sua contradi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o separar as coisas, mas de junt\u00e1-las. Talvez seja essa a aprendizagem dessa minha leitura: juntar. Estar junto.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Adquira o livro na pr\u00e9-venda<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/shop\"><span style=\"color: #ff0000;\">AQUI<\/span><\/a><\/strong><\/p>\n<p>A conviv\u00eancia \u00e9 um convite feito pela Vanessa. E, talvez, nesse convite, tenha um pouco, ou um tanto, da orientadora, Nima Spigolon (2002), que escreveu <em><strong>Elza Freire<\/strong> e Paulo Freire: por uma pedagogia da conviv\u00eancia.<\/em> Tive a honra de fazer o pref\u00e1cio desse livro, no qual expressei:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Para al\u00e9m do exemplo encarnado, respeito a Nima-flor pesquisadora. Um exemplo de originalidade, de perseveran\u00e7a, de cuidado rigoroso com as fontes e, especialmente com as pessoas. O movimento da Nima-flor, na constru\u00e7\u00e3o de seu trabalho de pesquisa, encontra com a hist\u00f3ria familiar de Paulo Freire. Com seus filhos e filhas. Em minha singela leitura, nasce assim uma rela\u00e7\u00e3o respeitosa, humana, transparente e amorosa. Nimaflor fez um trabalho de pesquisadora que \u00e9 exemplo. N\u00e3o usa as pessoas como dados, mas constitui-se com as pessoas o seu fazer-pesquisadora. Construiu essa rela\u00e7\u00e3o com amorosidade e com rigorosidade. (COIMBRA, 2022, p. 32)<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-16984 alignleft\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-300x300.png\" alt=\"\" width=\"367\" height=\"367\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-300x300.png 300w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-1024x1024.png 1024w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-150x150.png 150w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-768x768.png 768w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-400x400.png 400w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-700x700.png 700w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-100x100.png 100w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post-50x50.png 50w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinha-2-post.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 367px) 100vw, 367px\" \/>Aprendi muito com minha parceira-camarada de leitura, de provoca\u00e7\u00f5es, de inquietudes freireanas na nossa exist\u00eancia como professoras, pesquisadoras, orientadoras e mulheres.<\/p>\n<p>A Vanessa apropria-se dessa busca incessante em ser mais. Seu texto n\u00e3o apenas convida, mas tamb\u00e9m revela isso. Claro que n\u00e3o iria encerrar sem antes provocar o\/a leitor\/a a pensar sobre a necess\u00e1ria mudan\u00e7a social, a mudan\u00e7a da linguagem tamb\u00e9m como uma forma de mudan\u00e7a. Como mulher, sinto que essa masculinidade da norma culta na linguagem precisa de mudan\u00e7as em diversas dimens\u00f5es. Como uma educadora, hoje a leitura que n\u00e3o assume a sua politicidade me incomoda. Ao colocar-se na linguagem, assume tamb\u00e9m a ruptura necess\u00e1ria nessa sociedade. Espero que o texto da Vanessa nos ajude neste voo que tamb\u00e9m transforma a linguagem nesse lugar de mudan\u00e7a provocada por reflex\u00f5es necess\u00e1rias na educa\u00e7\u00e3o e em nossa sociedade.<\/p>\n<p>E para encerrar, tem uma m\u00fasica da Elis Regina que se chama Andan\u00e7a que diz:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">\u201cMe d\u00e1 a m\u00e3o<br \/>\nAmor<br \/>\nMe leva, amor<br \/>\nPor onde for, quero ser seu par<br \/>\nMe d\u00e1 a m\u00e3o<br \/>\nAmor<br \/>\nMe leva, amor<br \/>\nPor onde for quero ser seu par\u201d<\/p>\n<p>Como Elis Regina canta, eu quero que o\/a leitor\/a encontre seu par nesta leitura e aprenda o Jongo com a Vanessa. Quero que seu livro seja lido por muitos e muitas, pois suas giras nos fazem girar na dire\u00e7\u00e3o do direito, \u00e0 justi\u00e7a e \u00e0 liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Citando uma das autoras mencionadas no livro, como mulher branca, reconhe\u00e7o e permito-me aprender e a lutar ao lado de Vanessa,<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">O conceito de lugar de fala discute justamente o locus social, isto \u00e9, de que ponto as pessoas partem para pensar e existir no mundo, de acordo com as suas experi\u00eancias em comum. \u00c9 isso que permite avaliar quanto determinado grupo \u2014 dependendo de seu lugar na sociedade \u2014 sofre com obst\u00e1culos ou \u00e9 autorizado e favorecido. Dessa forma, ter consci\u00eancia da preval\u00eancia branca nos espa\u00e7os de poder permite que as pessoas se responsabilizem e tomem atitudes para combater e transformar o perverso sistema racial que estrutura a sociedade brasileira. (RIBEIRO, 2014, p.18)<\/p>\n<p>Ao ler este trabalho, responsabilizo-me com a luta de uma pedagogia decolonial que intenta uma revolu\u00e7\u00e3o nos curr\u00edculos das escolas p\u00fablicas brasileiras. Essa transforma\u00e7\u00e3o come\u00e7a tamb\u00e9m pelas m\u00e3os da juventude e de educadoras como n\u00f3s, que lutamos de par, em roda, com alegria e esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Meu sonho \u00e9 que toda crian\u00e7a negra neste pa\u00eds tenha a oportunidade de estudar em uma escola onde as educadoras sejam Vanessas \u2013 sin\u00f4nimo de inteireza, amorosidade, politicidade, conscientiza\u00e7\u00e3o e liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">E como se ensina? \u2013 Sendo!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Por onde for, procure seu par.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Com amor,<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em><strong>Camila Lima Coimbra<\/strong><br \/>\n<\/em>Professora da Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\">Adquira o livro na pr\u00e9-venda<br \/>\n<a href=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/shop\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">AQUI<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-16982\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-300x300.png\" alt=\"\" width=\"471\" height=\"471\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-300x300.png 300w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-1024x1024.png 1024w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-150x150.png 150w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-768x768.png 768w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-400x400.png 400w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-700x700.png 700w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-100x100.png 100w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post-50x50.png 50w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Vanessinaha-1-Post.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 471px) 100vw, 471px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A t\u00edtulo de Pref\u00e1cio ao livro Giras e identidade negra: narrativas de emancipa\u00e7\u00e3o, de Vanessa Dias, a profa. 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