{"id":1266,"date":"2019-09-10T12:55:15","date_gmt":"2019-09-10T12:55:15","guid":{"rendered":"http:\/\/editorapangeia.com.br\/?p=1266"},"modified":"2025-04-11T12:06:16","modified_gmt":"2025-04-11T12:06:16","slug":"a-arte-de-escrever-9-tecnica-e-engenho-ao-escrever-para-cinema-e-televisao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/a-arte-de-escrever-9-tecnica-e-engenho-ao-escrever-para-cinema-e-televisao\/","title":{"rendered":"A ARTE DE ESCREVER 9 \u2013 T\u00e9cnica e engenho ao escrever para cinema e televis\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A arte de escrever s\u00e9ries, filmes, novelas e outros formatos do cinema e da televis\u00e3o, e agora tamb\u00e9m a outros <em>midia <\/em>e suportes, tem hist\u00f3ria relativamente recente (pouco mais de cem anos da capacidade de registrar imagens em movimento), mas as f\u00f3rmulas, as f\u00f4rmas e as formas foram estudadas com tal intensidade e const\u00e2ncia, que o tema s\u00f3 n\u00e3o se exaure pela infinita criatividade dos grandes artistas, grandes roteiristas e grandes diretores.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria do cinema norte-americano criou um modelo narrativo exitoso do ponto de vista do sucesso comercial; voltado para o entretenimento, e ap\u00f3s estudo em detalhe dos filmes hist\u00f3ricos de grande bilheteria, o roteiro hollywoodiano prescreve encadeamento f\u00edlmico que delineia o tempo m\u00e1ximo para apresenta\u00e7\u00e3o das personagens, o modo de desenvolvimento das a\u00e7\u00f5es, os pontos de cl\u00edmax e de viradas dieg\u00e9ticas, o momento do cl\u00edmax e formatos para moldura de encerramento.<\/p>\n<p>O roteiro tem se sofisticado, tamb\u00e9m, para segmentar os produtos finais por faixa et\u00e1ria, por nichos de p\u00fablico, por dura\u00e7\u00e3o, por investimento, e por muitos outros par\u00e2metros.<\/p>\n<p>Com a sofistica\u00e7\u00e3o e miniaturiza\u00e7\u00e3o das c\u00e2meras e a qualidade de filmagem e fotografia dos aparelhos celulares, os filmes de curta dura\u00e7\u00e3o t\u00eam proliferado, com centenas de festivais, milhares de atividades escolares e acad\u00eamicas, e uma mir\u00edade de cursos na internet.<\/p>\n<p>Aqui, tendo por base o livro \u201cRoteiro: arte e t\u00e9cnica de escrever para cinema e televis\u00e3o\u201d, um dos primeiros livros do g\u00eanero escrito por um brasileiro, o roteirista Doc Comparato, listamos algumas dicas para quem quer escrever roteiros. Para nossa lista, considerando o car\u00e1ter introdut\u00f3rio ao tema desta aula, utilizamos a terceira edi\u00e7\u00e3o do livro, de 1983, que contou com colabora\u00e7\u00e3o e reda\u00e7\u00e3o final de Regina Braga.<\/p>\n<p>Na p\u00e1gina de rosto, a Editora N\u00f3rdica afixa a seguinte observa\u00e7\u00e3o: \u201cPrimeiro livro de \u2018Play-Witring\u2019 em l\u00edngua portuguesa\u201d. A obra se divide em sete blocos, configurando-se como um manual pr\u00e1tico da escrita de roteiro e tamb\u00e9m contendo uma vis\u00e3o geral r\u00e1pida para atua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de escrita de roteiros. No final, um gloss\u00e1rio de termos t\u00e9cnicos auxilia iniciantes no aprendizado.<\/p>\n<p>Vamos a algumas das dicas para a elabora\u00e7\u00e3o de roteiros, buscando aquelas mais gerais, de interesse em v\u00e1rios formatos e m\u00eddias. Embora baseado no livro, a linguagem que utilizamos abaixo n\u00e3o segue necessariamente a do original.<\/p>\n<ol>\n<li>Roteiro \u00e9 a forma escrita de qualquer espet\u00e1culo de \u00e1udio e\/ou \u00e1udio-visual, e dever ter tr\u00eas qualidades essenciais: <em>Logos<\/em>, <em>Pathos<\/em>, <em>Ethos<\/em> \u2500 ou seja, organiza\u00e7\u00e3o verbal, drama humano, e significado sem\u00e2ntico.<\/li>\n<li>O roteiro parte de uma \u201cstory-line\u201d, uma frase que sinteriza o roteiro a ser desenvolvido em um argumento, que \u00e9 estruturado com a cria\u00e7\u00e3o das personagens e das a\u00e7\u00f5es das personagens em cenas sucessivas.<\/li>\n<li>\u00c9 preciso estar atento ao tempo de aten\u00e7\u00e3o do potencial receptor do produto. Em um livro, cerca de 50 p\u00e1ginas. No teatro, entre 30 e 45 minutos. No cinema, no m\u00e1ximo em 20 minutos. Na televis\u00e3o, tr\u00eas minutos, o que exige dinamismo nas cenas e uma sucess\u00e3o de micro\u00e1pices dram\u00e1ticos. Em um comercial, e na internet, o tempo para fisgar o receptor \u00e9 de segundos, em algumas circunst\u00e2ncias, um pouco mais. Entretenimentos passivos (televis\u00e3o e cinema, por exemplo) disp\u00f5em de menor tempo para conquistar o receptor do que entretenimentos ativos (um livro, por exemplo, embora a receita de <em>bestsellers<\/em> prescreva a\u00e7\u00e3o e drama desde as primeiras linhas, para que o leitor n\u00e3o largue a obra).<\/li>\n<li>As qualidades necess\u00e1rias para um trabalho criativo passam pela concentra\u00e7\u00e3o, pela inspira\u00e7\u00e3o, pela mem\u00f3ria, pela f\u00e9 e autoconfian\u00e7a, pela intui\u00e7\u00e3o e autocr\u00edtica, pelo abandono de todas as certezas, por trabalho duro, incessante, di\u00e1rio.<\/li>\n<li>Nunca despreze uma ideia; ideias valem ouro e pague por elas, caso recorra a uma ideia de outra pessoa; sempre d\u00ea cr\u00e9dito \u00e0 fonte das ideias de que se vale. As ideias geram story-line. O story-line deve conter o ponto de partida da narrativa, a indica\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica de desenvolvimento narrativo e a solu\u00e7\u00e3o do conflito.<\/li>\n<li>O argumento faz um resumo da narrativa a ser desenvolvida a partir da proposta da story-line, indicando temporalidade, localiza\u00e7\u00e3o, percurso narrativo, perfis das personagens. Deve considerar os fatores objetivos da produ\u00e7\u00e3o, tais como custos, loca\u00e7\u00f5es, equipe. O argumento \u00e9 a primeira forma textual do roteiro, servindo de guia para a reda\u00e7\u00e3o do roteiro.<\/li>\n<li>A constru\u00e7\u00e3o das personagens deve considerar apar\u00eancia, personalidade, origem social e \u00e9tnica, onde cresceu e onde reside, o que faz para viver, situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e familiar atual, c\u00edrculo de amigos, caracter\u00edsticas pessoais e idiossincrasias. Um personagem deve ter densidade, passado, ainda que essas informa\u00e7\u00f5es fiquem subjacentes no produto f\u00edlmico final.<\/li>\n<li>\u00c9 necess\u00e1rio ter um drama b\u00e1sico, um conflito que fa\u00e7a a a\u00e7\u00e3o caminhar, que impacte as decis\u00f5es das personagens e que force novas a\u00e7\u00f5es, subconflitos e dramas. O pathos que emerge do roteiro, e conquista a plateia, nasce do conflito universal proposto pelo enredo e decorre do pathos que move cada personagem.<\/li>\n<li>O centro da a\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica \u00e9 o \u201cPlot\u201d. O \u201cPlot\u201d \u00e9 a configura\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica das a\u00e7\u00f5es encenadas, encadeadas em causas e efeitos sucessivos, a intriga que move a narrativa, e a totalidade que forja a unidade nascida das a\u00e7\u00f5es que se sucedem. O \u201cPlot\u201d comp\u00f5e um n\u00facleo dram\u00e1tico, mas pode interligar v\u00e1rios n\u00facleos dram\u00e1ticos, como nas novelas de televis\u00e3o.<\/li>\n<li>A estrutura cl\u00e1ssica de um roteiro tem tr\u00eas atos. No primeiro, o problema \u00e9 apresentado como uma situa\u00e7\u00e3o desestabilizadora, as personagens s\u00e3o delineadas e o conflito emerge, antecipando problemas. No segundo ato, h\u00e1 a complica\u00e7\u00e3o do conflito, a crise entre as personagens, e h\u00e1 um ponto de reviravolta, com a cria\u00e7\u00e3o de suspense e surpresa. No terceiro ato, o cl\u00edmax surge como revers\u00e3o de expectativas e resolu\u00e7\u00e3o do problema e dos demais conflitos.<\/li>\n<li>A estrutura dram\u00e1tica deve ser em crescendo emocional permanente, at\u00e9 o cl\u00edmax, j\u00e1 pr\u00f3ximo ao desfecho, quando se d\u00e1 o ep\u00edlogo narrativo. Para produtos interrompidos por comerciais, o roteiro deve prever pontos dram\u00e1ticos de alta tens\u00e3o, com ganchos que criem expectativa, ao final de cada parte.<\/li>\n<li>Desenvolvimento longo ou curto pode gerar desinteresse do p\u00fablico.<\/li>\n<li>A estrutura \u2500 com a rela\u00e7\u00e3o das cenas de cada parte \u2500 deve ser trabalhada e retrabalhada at\u00e9 alcan\u00e7ar equil\u00edbrio e efetividade dram\u00e1tica.<\/li>\n<li>Cena pode ser definida pela unidade de espa\u00e7o em uma a\u00e7\u00e3o ou pela entrada ou sa\u00edda de personagens. Utilize o conceito do modo mais adequado aos seus prop\u00f3sitos \u2500 em outras palavras, qualquer diretriz pr\u00e9via deve ser validada pelo seu roteiro em espec\u00edfico, que pode ter exig\u00eancias dram\u00e1ticas diversas daquelas prescritas pelos manuais, inclusive essas aqui expostas.<\/li>\n<li>Ao fazer o script final do roteiro, fa\u00e7a as indica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para a equipe de filmagem transformar o roteiro em produto f\u00edlmico. N\u00e3o exagere, no entanto \u2500 o diretor e outros membros da equipe, al\u00e9m dos atores, devem ter margem para intervirem. Trata-se de um produto coletivo, com a participa\u00e7\u00e3o criativa de todos os envolvidos.<\/li>\n<li>Evite momentos mortos, que pouco ou nada acrescentam ao pathos do drama encenado (encenado aqui tamb\u00e9m se refere ao texto escrito, ao di\u00e1logo e \u00e0s rubricas que constam do script); evite di\u00e1logos sem fun\u00e7\u00e3o no drama (por n\u00e3o induzirem personagens a novas a\u00e7\u00f5es, por n\u00e3o apresentarem nada novo para o desenvolvimento dos conflitos) ou na estrutura (ganchos, reflex\u00e3o, momento de humor, etc.).<\/li>\n<li>Considere o trabalho de revis\u00e3o do roteiro a cada etapa e mesmo ap\u00f3s considerar o roteiro finalizado. \u00c9 importante que o roteiro seja avaliado constantemente por parceiros da equipe de produ\u00e7\u00e3o e a partir disso reescrito, se for o caso.<\/li>\n<li>A adapta\u00e7\u00e3o de textos liter\u00e1rios, muitas vezes, parte de um fragmento da obra, a partir do qual o roteirista desenvolve personagens, di\u00e1logos, a\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas, cenas, sequ\u00eancias e \u201cplots\u201d paralelos. No entanto, a obra original n\u00e3o deve ser descaracterizada e nem desfigurada a vis\u00e3o de mundo do autor liter\u00e1rio; em outras palavras, autor e obra original devem continuar reconhec\u00edveis.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Reitero que, tendo partido do livro de Doc Comparato, e \u00e0 sua obra me reportando, a forma final acima \u00e9 de minha responsabilidade, caso haja erros, omiss\u00f5es, acr\u00e9scimos ou desajustes conceituais.<\/p>\n<p>No livro, al\u00e9m do Gloss\u00e1rio, j\u00e1 mencionado, h\u00e1 ainda uma lista de trinta perguntas para auto-avalia\u00e7\u00e3o que devemos sempre \u201cfazer ao analisarmos nosso roteiro\u201d e depoimentos de Leopoldo Serran, Euclides Marinho e Aguinaldo Silva.<\/p>\n<p>Marinho enfatiza a intui\u00e7\u00e3o e o inconsciente como fatores importantes no processo criativo; Silva afirma que o cerne de uma obra f\u00edlmica (cinema, seriado, novelas) \u00e9 a \u201cboa est\u00f3ria\u201d, ou seja, a cria\u00e7\u00e3o de um enredo com \u201ccapacidade criadora\u201d, no qual a t\u00e9cnica de escrever \u00e9 menos importante do que a capacidade de inventar hist\u00f3rias; por seu lado, Serran faz uma lista de dicas, da qual destacamos uma: \u201cFilmes n\u00e3o s\u00e3o teses\u201d, ou seja: caso queira provar algo, escreva filosofia, sociologia, antropologia, \u201co diabo que seja\u201d.<\/p>\n<p>Isso, complementamos, porque o cerne do roteiro est\u00e1 na vida e emo\u00e7\u00e3o de personagens vivos como todos n\u00f3s, que os vemos na linhas de um livro, no escuro do cinema ou nas telas, da tev\u00ea, do computador ou do celular.<\/p>\n<p>Vamos agora preparar um pequeno roteiro de um filme cuja c\u00e2mera ser\u00e1 o nosso celular? Eis um pr\u00e1tico curso na internet que pode auxili\u00e1-lo na empreitada:<\/p>\n<p>&lt; <a href=\"https:\/\/www.udemy.com\/course\/curso-de-roteiro-de-audiovisual\/?src=sac&amp;kw=curso+de+roteiro\">https:\/\/www.udemy.com\/course\/curso-de-roteiro-de-audiovisual\/?src=sac&amp;kw=curso+de+roteiro<\/a> &gt;.<\/p>\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima semana, com uma nova aula!<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Rauer Ribeiro Rodrigues<\/strong><br \/>\nProfessor; escritor; em travessia<\/p>\n<p><strong>Informa\u00e7\u00e3o importante<\/strong>:\u00a0O Prof. Rauer ministrou, h\u00e1 alguns anos, na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o de Letras \/ Estudos Liter\u00e1rios do Campus de Tr\u00eas Lagoas da UFMS, um Curso de Escrita Criativa; a nosso pedido, alguns dos textos que serviram de diretriz para as aulas, aqui comentados pelo professor, vem sendo publicados e continuar\u00e3o a ser replicados no Blog da Editora Pangeia ao longo das pr\u00f3ximas semanas e meses. Al\u00e9m dos textos que ent\u00e3o utilizou no curso, o professor incluiu outros, ampliando o escopo do curso para um p\u00fablico al\u00e9m dos estudantes universit\u00e1rios. N\u00e3o perca! Vale a pena acompanhar. (<strong>R\u00edzio Macedo Rodrigues<\/strong>, Editor, Editora Pangeia).<\/p>\n<p><strong>TEXTOS ANTERIORES DESTA S\u00c9RIE<\/strong><\/p>\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o: \u201cComo publicar seu livro\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/como-publicar-seu-livro\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/como-publicar-seu-livro\/<\/a>\u00a0&gt;.<\/p>\n<p>Aula 1: \u201cA arte de escrever 1 \u2013 As oito li\u00e7\u00f5es de Isaac Babel\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-1-as-oito-licoes-de-isaac-babel\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-1-as-oito-licoes-de-isaac-babel\/<\/a>\u00a0&gt;.<\/p>\n<p>Aula 2: \u201cA arte de escrever 2 \u2013 Os segredos da fic\u00e7\u00e3o, segundo Raimundo Carrero\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-2-os-segredos-da-ficcao-segundo-raimundo-carrero\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-2-os-segredos-da-ficcao-segundo-raimundo-carrero\/<\/a>\u00a0&gt;.<\/p>\n<p>Aula 3: \u201cA arte de escrever 3 \u2013 Evite verbos de pensamento\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-3-evite-verbos-de-pensamento-essa-e-a-dica-de-palahniuk\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-3-evite-verbos-de-pensamento-essa-e-a-dica-de-palahniuk\/<\/a>\u00a0&gt;.<\/p>\n<p>Aula 4: \u201cA arte de escrever 4 \u2013 Dicas de 15 escritoras\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-4-dicas-de-15-escritoras\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-4-dicas-de-15-escritoras\/<\/a>&gt;.<\/p>\n<p>Aula 5: \u201cA arte de escrever 5 \u2013 29 aforismos sobre o microconto\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-5-29-aforismos-sobre-o-microconto\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-5-29-aforismos-sobre-o-microconto\/<\/a>&gt;.<\/p>\n<p>Aula 6: \u201cA arte de escrever 6 \u2013 Dicas ao escrever para crian\u00e7as e para jovens\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-6-dicas-ao-escrever-para-criancas-e-para-jovens\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-6-dicas-ao-escrever-para-criancas-e-para-jovens\/<\/a>&gt;.<\/p>\n<p>Aula 7: \u201cA arte de escrever 7 \u2013 O haikai: s\u00edntese, concis\u00e3o e expressividade\u201d:<br \/>\n&lt; <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-7-o-haikai-sintese-concisao-e-expressividade\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-7-o-haikai-sintese-concisao-e-expressividade\/<\/a> &gt;.<\/p>\n<p>Aula 8: \u201cA arte de escrever 8 \u2013 Hemingway: 33 dicas e leituras indicadas para um jovem escritor\u201d:<br \/>\n&lt; <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-8-hemingway-33-dicas-e-leituras-indicadas-para-um-jovem-escritor\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-8-hemingway-33-dicas-e-leituras-indicadas-para-um-jovem-escritor\/<\/a> &gt;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=arte+de+escrever\"><span style=\"color: #993366;\">Links descritivos de todos os artigos da s\u00e9rie<\/span><\/a><br \/>\n<\/strong><span style=\"color: #993300;\"><a style=\"color: #993300;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=arte+de+escrever\"><strong>A ARTE DE ESCREVER \u2013 AQUI!!!<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\">EDITORA PANGEIA:<br \/>\nCONFIRA PORQUE PUBLICAR NA PANGEIA:<br \/>\n<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/publique-na-pangeia\/\"><span style=\"color: #993366;\"><strong>AQUI !!!<\/strong><\/span><\/a><\/h4>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><u><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/sobre\/\">Quem Somos &#8211; Valores<\/a><\/u><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/publique\/\"><u>Or\u00e7amento<\/u><\/a>:<br \/>\n<strong><span style=\"color: #ff0000;\"><a style=\"color: #ff0000;\" href=\"mailto:publiqueconosco@editorapangeia.com.br\">publiqueconosco@editorapangeia.com.br<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A arte de escrever s\u00e9ries, filmes, novelas e outros formatos do cinema e da televis\u00e3o, e agora tamb\u00e9m a outros midia e suportes, tem hist\u00f3ria relativamente recente (pouco mais de cem anos da capacidade de registrar imagens em movimento), mas as f\u00f3rmulas, as f\u00f4rmas e as formas foram estudadas com tal intensidade e const\u00e2ncia, que&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":1269,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46,79,45,74],"tags":[101,88,4395,177,98,89,84,85,80,82,86,81,83,87,91,97,99],"class_list":["post-1266","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-acontece","category-cursos","category-eventos","category-tutoriais","tag-a-arte-de-escrever","tag-aprendizado","tag-arte-da-escrita","tag-arte-de-escrever","tag-cinema","tag-conto","tag-criativa","tag-criatividade","tag-curso","tag-escrita","tag-ficcao","tag-gratuito","tag-leitura","tag-literatura","tag-literatura-brasileira-contemporanea","tag-roteiro","tag-televisao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1266"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18867,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266\/revisions\/18867"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1269"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1266"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1266"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1266"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}