{"id":1215,"date":"2019-08-19T14:39:07","date_gmt":"2019-08-19T14:39:07","guid":{"rendered":"http:\/\/editorapangeia.com.br\/?p=1215"},"modified":"2025-04-11T12:07:12","modified_gmt":"2025-04-11T12:07:12","slug":"a-arte-de-escrever-6-dicas-ao-escrever-para-criancas-e-para-jovens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/a-arte-de-escrever-6-dicas-ao-escrever-para-criancas-e-para-jovens\/","title":{"rendered":"A ARTE DE ESCREVER 6 \u2013 Dicas ao escrever para crian\u00e7as e para jovens"},"content":{"rendered":"<p>O universo das obras destinadas ao p\u00fablico infantil e ao p\u00fablico juvenil cresceu exponencialmente no Brasil dos anos 1980 aos nossos dias. Nossos autores ganharam renome no pa\u00eds e no exterior. Nas pegadas de Monteiro Lobato, que revolucionou a linguagem da literatura para crian\u00e7as e para jovens com as aventuras inesquec\u00edveis dos her\u00f3is do S\u00edtio do Pica-Pau Amarelo, autores como Ziraldo, Lygia Bojunga, Wander Piroli, Ruth Rocha e muitos outros transformaram o texto voltado para crian\u00e7as e o texto voltado para adolescentes. No mesmo diapas\u00e3o, as editoras produziram obras diferenciadas no tratamento gr\u00e1fico, promoveram tradu\u00e7\u00f5es, adaptaram cl\u00e1ssicos e lan\u00e7aram obras inicialmente escritas sem tal inten\u00e7\u00e3o em cole\u00e7\u00f5es voltadas para as mais distintas faixas et\u00e1rias iniciais.<\/p>\n<p>Assim como houve esse <em>boom<\/em> editorial, houve crescimento nos estudos acad\u00eamicos voltados para essa produ\u00e7\u00e3o, deslindando procedimentos narrativos e po\u00e9ticos, e an\u00e1lise dos diferentes modos pelos quais a nova produ\u00e7\u00e3o se diferenciava da produ\u00e7\u00e3o anterior voltada para a leitura de crian\u00e7as e de jovens, assim como aquela voltada explicitamente para leitura escolar.<\/p>\n<p>Trazemos, abaixo, de autores e de estudiosos da literatura para crian\u00e7as e da literatura para jovens, frases modelares publicadas no Brasil nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>O Coelho Branco p\u00f4s os \u00f3culos. \u201cPor onde devo come\u00e7ar, Majestade?\u201d, perguntou ele.<br \/>\n\u201cComece pelo come\u00e7o\u201d, disse o Rei muito seriamente, \u201ce continue at\u00e9 chegar ao fim; ent\u00e3o, pare.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Lewis Carroll<\/strong><br \/>\nAlice no Pa\u00eds das Maravilhas<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o proponho solu\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o compete \u00e0 literatura solucionar. Apenas pretendo apontar a sujeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Alciene Ribeiro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>Quando as maiorias come\u00e7am a virar uma avassaladora uniformidade de pensamento, tenho um especial prazer em imaginar como aquilo poderia ser diferente. Tenho plena consci\u00eancia de que poucas vezes me enriqueci tanto intelectualmente quanto nas ocasi\u00f5es em que ouvi pessoas com quem n\u00e3o concordava ou que abordavam quest\u00f5es a partir de \u00e2ngulos que nunca me haviam ocorrido, iluminando-as com novas luzes. Se eu me limitasse a deixar que a correnteza me levasse, acabaria acorrentada a ideias recebidas. Assim, aos poucos fui-me convencendo de que para ser contra a corrente, a gente passa pelo processo de pensar contra o corrente e experimenta divagar por algumas considera\u00e7\u00f5es que se afastam do corriqueiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Ana Maria Machado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>Para escrever bem, \u00e9 preciso escrever com honestidade, no sentido emocional. Revelar o mais \u00edntimo, sem ocultamento. [&#8230;] N\u00e3o d\u00e1 para escrever realmente uma obra liter\u00e1ria significativa sem mergulhar em verdades pessoais dolorosas e sem se arriscar a descobrir segredos profundos em si mesmo. Sem autenticidade emocional n\u00e3o se faz uma cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria digna desse nome.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Ana Maria Machado<\/strong><br \/>\nContracorrente: conversas sobre leitura e pol\u00edtica<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>Outra das virtudes desse que passou a ser considerado, com o tempo, \u201cpoeta das crian\u00e7as\u201d, \u00e9 ter Andersen adotado o ponto de vista infantil, para contar suas hist\u00f3rias. Assim \u00e9 que, nelas, todos os seres \u2500 plantas, animais, objetos \u2500 t\u00eam vida pr\u00f3pria, como se o maravilhoso fosse a atmosfera natural em que tudo acontece. Entretanto, por ser, ao mesmo tempo, uma literatura baseada em experi\u00eancias vividas \u2500 e Andersen teve uma exist\u00eancia infeliz \u2500 sua obra, de modo geral, \u00e9 marcada por uma indisfar\u00e7\u00e1vel melancolia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Angela Leite de Souza<\/strong><br \/>\nContos de Fada: Grimm e a literatura oral no Brasil<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>Evidentemente, tudo \u00e9 uma literatura s\u00f3. A dificuldade est\u00e1 em delimitar o que se considera como especialmente do \u00e2mbito infantil. S\u00e3o as crian\u00e7as, na verdade, que o delimitam com sua prefer\u00eancia. [&#8230;] N\u00e3o haveria, pois, uma literatura infantil <em>a priori<\/em>, mas <em>a posteriori<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Cec\u00edlia Meireles<\/strong><br \/>\nProblemas da Literatura Infantil<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>As crian\u00e7as nunca chegam \u00e0 escola num estado de ignor\u00e2ncia, mas podem chegar analfabetas. Elas talvez n\u00e3o saiam analfabetas, mas podem sair ignorantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Ezequiel Theodoro da Silva<\/strong><br \/>\nO Ato de Ler: fundamentos psicol\u00f3gicos<br \/>\npara uma nova pedagogia da leitura<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>O leitor, seja ele a crian\u00e7a que inicia na alfabetiza\u00e7\u00e3o ou o adulto j\u00e1 na universidade, est\u00e1 em um cont\u00ednuo de atribui\u00e7\u00e3o de significados, de expectativa de vis\u00e3o e de chegar \u00e0 idealidade daquilo que est\u00e1 sendo mostrado pela cartilha ou pelos diferentes tipos de texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Joel Martins<\/strong><br \/>\ncomentando a obra <em>O Ato de Ler: fundamentos<br \/>\npsicol\u00f3gicos para uma nova pedagogia da<br \/>\nleitura, de Ezequiel Theodoro da Silva<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Sem chance, portanto, de receitas liter\u00e1rias, leitor met\u00f3dico! Nem prescri\u00e7\u00f5es, nem proscri\u00e7\u00f5es. Toda e qualquer palavra, toda e qualquer constru\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica pode figurar no texto e literaliz\u00e1-lo. Ou, ao contr\u00e1rio, n\u00e3o literaliz\u00e1-lo coisa nenhuma, apesar de todo o <em>pedigree<\/em> liter\u00e1rio que certas palavras e constru\u00e7\u00f5es parecem arrastar atr\u00e1s de si.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Marisa Lajolo<\/strong><br \/>\nLiteratura: leitores &amp; leitura<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>O que esperar ent\u00e3o do ensino da literatura? \u00c0 primeira vista, que ele faculte [&#8230;] a difus\u00e3o do saber, como modo de expandi-lo e democratiz\u00e1-lo. No entanto, quando se produz a retirada de cena da literatura, sobretudo porque tornada passagem para a aprendizagem de um outro que n\u00e3o ela [&#8230;], o que efetivamente se alcan\u00e7a \u00e9 seu desconhecimento, impedindo-se, pois, sua democratiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Regina Zilberman<\/strong><br \/>\nA Leitura e o Ensino da Literatura<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>Um bom livro \u00e9 aquele que agrada, n\u00e3o importando se foi escrito para crian\u00e7as ou adultos, homens ou mulheres, brasileiros ou estrangeiros. E ao livro que agrada se costuma voltar, lendo-o de novo, no todo ou em parte, retornando de prefer\u00eancia \u00e0queles trechos que provocaram prazer particular.<br \/>\nCom a literatura para crian\u00e7as n\u00e3o \u00e9 diferente: livros lidos na inf\u00e2ncia permanecem na mem\u00f3ria do adolescente e do adulto, respons\u00e1veis que foram por bons momentos aos quais as pessoas n\u00e3o cansam de regressar.<br \/>\n[&#8230;]<br \/>\nCenten\u00e1ria, a literatura infantil brasileira oferta ao leitor atual um acervo respeit\u00e1vel de boas obras, para serem lembradas por adeptos de v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Regina Zilberman<\/strong><br \/>\nComo e por que ler A Literatura Infantil Brasileira<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Atraiu-nos a aproxima\u00e7\u00e3o entre escritores que exploraram o est\u00e1gio da inf\u00e2ncia: alguns, sob a \u00f3tica da crian\u00e7a, mantendo coer\u00eancia do ponto de vista narrativo e da linguagem, com a realidade evocada; outros, n\u00e3o conseguindo filtrar a mat\u00e9ria da inf\u00e2ncia atrav\u00e9s de uma vis\u00e3o \u201ccom\u201d ou de \u201cdentro\u201d, assumiram postura distanciada, artificial, ao trazerem a hist\u00f3ria da inf\u00e2ncia de forma pouco l\u00fadica e m\u00e1gica.<br \/>\nCom isso, pretendemos voltar \u00e0quela considera\u00e7\u00e3o que fizemos anteriormente, quando afirmamos que a complexidade de um texto est\u00e1 n\u00e3o na mat\u00e9ria de que o escritor se valha, mas no como a l\u00ea, numa atitude de evoca\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o que a escritura pressup\u00f5e. [&#8230;] Certos escritores s\u00e3o naturalmente propensos \u00e0 reconcilia\u00e7\u00e3o da atitude do escritor, que \u00e9 sempre um jogador, com a da crian\u00e7a que, em geral, vive um estado de fantasia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>V\u00e2nia Maria Resende<\/strong><br \/>\nO Menino na Literatura Brasileira<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><\/p>\n<p>O famoso aedo estava cantando para eles, que o escutavam em sil\u00eancio. [&#8230;] A sensata Pen\u00e9lope [&#8230;] falou, ent\u00e3o, em pranto, ao divino aedo:<br \/>\n\u2500 F\u00eamio, conheces muitos outros cantares para enlevar os mortais, fa\u00e7anhas de homens e deuses, que os aedos tornam famosas. Canta-lhes um desses, a\u00ed sentado, enquanto bebem calados o seu vinho, e deixa esse cantar doloroso, que sempre me r\u00f3i no peito o cora\u00e7\u00e3o, [&#8230;].<br \/>\nVolveu-lhe, ent\u00e3o, o ajuizado Tel\u00eamaco:<br \/>\n\u2500 Minha m\u00e3e, por que reprovas o leal aedo que nos distrai como lhe dita o cora\u00e7\u00e3o? A culpa n\u00e3o cabe aos aedos, mas decerto a Zeus, que aos homens estr\u00eanuos d\u00e1 conforme lhe apraz. Nenhum mal vai em que ele cante o triste destino dos d\u00e2naos; os homens tanto mais aplaudem um cantar quanto mais novo lhes chega aos ouvidos. Que teu cora\u00e7\u00e3o e tua alma suportem melhor escut\u00e1-lo; [&#8230;].<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Homero<\/strong><br \/>\nTelemaquia, Canto I,<br \/>\nOdisseia<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>*\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0 *<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Hel\u00e1s, que sem a literatura nossas crian\u00e7as tem pouca chance de se tornarem adultas na express\u00e3o plena do que significa ser adulto.<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Rauer Ribeiro Rodrigues<\/strong><br \/>\nProfessor; escritor; em travessia<\/p>\n<p><strong>Informa\u00e7\u00e3o importante<\/strong>:\u00a0O Prof. Rauer ministrou, h\u00e1 alguns anos, na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o de Letras \/ Estudos Liter\u00e1rios do C\u00e2mpus de Tr\u00eas Lagoas da UFMS, um Curso de Escrita Criativa; a nosso pedido, alguns dos textos que serviram de diretriz para as aulas, aqui comentados pelo professor, ser\u00e3o replicados no Blog da Editora Pangeia ao longo das pr\u00f3ximas semanas e meses. Al\u00e9m dos textos que ent\u00e3o utilizou no curso, o professor incluir\u00e1 outros, ampliando o escopo do curso para um p\u00fablico al\u00e9m dos estudantes universit\u00e1rios. N\u00e3o perca! Vale a pena acompanhar. (<strong>R\u00edzio Macedo Rodrigues<\/strong>, Editor, Editora Pangeia).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>TEXTOS ANTERIORES DESTA S\u00c9RIE<\/strong><br \/>\nComo publicar seu livro:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/como-publicar-seu-livro\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/como-publicar-seu-livro\/<\/a>\u00a0&gt;.<br \/>\nAula 1: \u201cA arte de escrever 1 \u2013 As oito li\u00e7\u00f5es de Isaac Babel\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-1-as-oito-licoes-de-isaac-babel\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-1-as-oito-licoes-de-isaac-babel\/<\/a>\u00a0&gt;.<br \/>\nAula 2: \u201cA arte de escrever 2 \u2013 Os segredos da fic\u00e7\u00e3o, segundo Raimundo Carrero\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-2-os-segredos-da-ficcao-segundo-raimundo-carrero\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-2-os-segredos-da-ficcao-segundo-raimundo-carrero\/<\/a>\u00a0&gt;.<br \/>\nAula 3: \u201cA arte de escrever 3 \u2013 Evite verbos de pensamento\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-3-evite-verbos-de-pensamento-essa-e-a-dica-de-palahniuk\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-3-evite-verbos-de-pensamento-essa-e-a-dica-de-palahniuk\/<\/a>\u00a0&gt;.<br \/>\nAula 4: \u201cA arte de escrever 4 \u2013 Dicas de 15 escritoras\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-4-dicas-de-15-escritoras\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-4-dicas-de-15-escritoras\/<\/a>&gt;.<br \/>\nAula 5: \u201cA arte de escrever 5 \u2013 29 aforismos sobre o microconto\u201d:<br \/>\n&lt;\u00a0<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-5-29-aforismos-sobre-o-microconto\/\">https:\/\/editorapangeia.com.br\/a-arte-de-escrever-5-29-aforismos-sobre-o-microconto\/<\/a>&gt;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><strong><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=arte+de+escrever\"><span style=\"color: #993366;\">Links descritivos de todos os artigos da s\u00e9rie<\/span><\/a><br \/>\n<\/strong><span style=\"color: #993300;\"><a style=\"color: #993300;\" href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=arte+de+escrever\"><strong>A ARTE DE ESCREVER \u2013 AQUI!!!<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\">EDITORA PANGEIA:<br \/>\nCONFIRA PORQUE PUBLICAR NA PANGEIA:<br \/>\n<a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/publique-na-pangeia\/\"><span style=\"color: #993366;\"><strong>AQUI !!!<\/strong><\/span><\/a><\/h4>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><u><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/sobre\/\">Quem Somos &#8211; Valores<\/a><\/u><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/publique\/\"><u>Or\u00e7amento<\/u><\/a>:<br \/>\n<strong><span style=\"color: #ff0000;\"><a style=\"color: #ff0000;\" href=\"mailto:publiqueconosco@editorapangeia.com.br\">publiqueconosco@editorapangeia.com.br<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O universo das obras destinadas ao p\u00fablico infantil e ao p\u00fablico juvenil cresceu exponencialmente no Brasil dos anos 1980 aos nossos dias. 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