{"id":11754,"date":"2023-02-06T23:32:08","date_gmt":"2023-02-06T23:32:08","guid":{"rendered":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?p=11754"},"modified":"2026-03-08T16:13:47","modified_gmt":"2026-03-08T16:13:47","slug":"nima-spigolon-fala-de-eja-a-jornal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editorapangeia.com.br\/pt_br\/nima-spigolon-fala-de-eja-a-jornal\/","title":{"rendered":"Autora da Pangeia fala de EJA ao Jornal Correio Popular"},"content":{"rendered":"<p>A professora Nima Spigolon, da Unicamp, que tem diversos livros publicados na Editora Pangeia, nas Edi\u00e7\u00f5es Dionysius e no selo infantojuvenil Edi\u00e7\u00f5es Saru\u00ea, da qual \u00e9 curadora, concedeu entrevista \u00e0 jornalista Naira Zitel, do Jornal <em><strong>Correio Popular<\/strong><\/em>. A entrevista foi publicada na edi\u00e7\u00e3o do dia 4 de fevereiro, e a reproduzimos abaixo.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\">Para conhecer os livros de Nima Spigolon, clique <a href=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/?s=nima\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>AQUI<\/strong><\/span><\/a>.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-11755 aligncenter\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-19.57-300x113.jpg\" alt=\"\" width=\"778\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-19.57-300x113.jpg 300w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-19.57-1024x387.jpg 1024w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-19.57-768x290.jpg 768w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-19.57-700x264.jpg 700w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-19.57-400x151.jpg 400w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-19.57.jpg 1181w\" sizes=\"auto, (max-width: 778px) 100vw, 778px\" \/>https:\/\/www.fe.unicamp.br\/, em 06\/02\/23<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-11756 aligncenter\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-20.13-254x300.jpg\" alt=\"\" width=\"769\" height=\"907\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-20.13-254x300.jpg 254w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-20.13-867x1024.jpg 867w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-20.13-768x907.jpg 768w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-20.13-700x826.jpg 700w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-20.13-339x400.jpg 339w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-20.13-593x700.jpg 593w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Imagem-06-02-2023-as-20.13.jpg 1058w\" sizes=\"auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px\" \/><\/p>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">O analfabetismo afeta a popula\u00e7\u00e3o mais vulner\u00e1vel de Campinas. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 15,1 mil moradores da metr\u00f3pole s\u00e3o considerados analfabetos absolutos, o que representa 1,72% da popula\u00e7\u00e3o. Para reverter essa situa\u00e7\u00e3o, cada vez mais pessoas buscam institui\u00e7\u00f5es de Educa\u00e7\u00e3o de Jovens Adultos (EJA) como o caso de Odila da Silva, de 71 anos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Ela conta que n\u00e3o teve oportunidade de estudar, pois nasceu em Governador Valadares (MG) e os pais precisavam de sua ajuda para colocar dinheiro em casa. \u201cEu morava na ro\u00e7a e, naquele tempo, era preciso trabalhar desde muito cedo e a escola era muito longe tamb\u00e9m\u201d, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Com 17 anos, Odila se mudou para Campinas, mas precisava continuar garantindo o pr\u00f3prio sustento. \u201cEu trabalhava a semana inteirinha e ficava at\u00e9 18h, 19h na horta, ent\u00e3o, n\u00e3o tinha como parar para estudar\u201d, relata.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Depois que os filhos e os netos cresceram, aos 69 anos, ela resolveu entrar em uma escola EJA. \u201cAgora que eu estou sozinha vou ver se aprendo alguma coisa\u201d, comentou. Odila diz que a idade dificulta o aprendizado, mas que entende a import\u00e2ncia de saber ler e escrever nas atividades do dia a dia. Ela incentivou os filhos e os netos a estudarem para terem \u201cuma vida diferente\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">A hist\u00f3ria de Ademir Saco, de 48 anos, \u00e9 semelhante \u00e0 de Odila. Ele precisou trabalhar desde cedo e, por isso, n\u00e3o teve acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Atualmente, trabalha como seguran\u00e7a e decidiu estudar no ano passado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">\u201cEu estudo de manh\u00e3 e trabalho \u00e0 noite. Tomei essa decis\u00e3o para ver se consigo um emprego melhor, registrado, com mais benef\u00edcios para poder cuidar da minha fam\u00edlia\u201d, comenta o campineiro que tem um filho de dois anos para criar.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Com poucos meses de aula, Ademir j\u00e1 sente a diferen\u00e7a que os estudos podem proporcionar, no entanto, ressalta as dificuldades. \u201cEu n\u00e3o tive oportunidade antes e agora estou pagando o pre\u00e7o\u201d, pontua.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\"><strong>Ascens\u00e3o social\u00a0<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Educa\u00e7\u00e3o \u00e9 a porta de entrada para a ascens\u00e3o social, por isso, a professora da Unicamp, l\u00edder do grupo de pesquisas e estudos em educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos (GEPEJA), Nima Spigolon, ressalta a import\u00e2ncia da alfabetiza\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 preciso lutar em defesa de pol\u00edticas p\u00fablicas que criem condi\u00e7\u00f5es para a supress\u00e3o do analfabetismo adulto e a emancipa\u00e7\u00e3o dos sujeitos, tendo em vista a constru\u00e7\u00e3o de sociedades dignas, amorosas e com justi\u00e7a social\u201d, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Ela pontua que ensinar a ler e a escrever est\u00e1 al\u00e9m do entendimento das palavras. \u201cAlfabetiza\u00e7\u00e3o com jovens, adultos e idosos expressa a capacidade humana de refletir sobre o mundo, sobre a posi\u00e7\u00e3o que ocupa no mundo e a vontade de transformar a sociedade\u201d, reflete a professora.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Ao ser questionada sobre a porcentagem de analfabetos absolutos em Campinas, Nima afirma que \u00e9 inadmiss\u00edvel que uma cidade tenha analfabetos. \u201cEnquanto houver um analfabeto adulto, jovem e idoso h\u00e1 exclus\u00e3o social e um cen\u00e1rio desumano\u201d, completa. Ela ainda lembra que a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 um direito de todos e dever do Estado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">A l\u00edder do GEPEJA explica que a popula\u00e7\u00e3o analfabeta n\u00e3o est\u00e1 relacionada somente \u00e0 escassez de recursos destinados a ela. Essa situa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e1 vinculada \u00e0 vulnerabilidade, a viol\u00eancia, a quest\u00f5es de g\u00eanero, ra\u00e7a, cor e classe social.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">\u201cNingu\u00e9m \u00e9 analfabeto porque quer, e sim porque faz parte das condi\u00e7\u00f5es de lugar onde vive e do acesso, perman\u00eancia e cobertura das pol\u00edticas p\u00fablicas, do direito b\u00e1sico e universal \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, o direito de ler e escrever\u201d, conclui Spigolon.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">A especialista sintetiza que \u201ca manuten\u00e7\u00e3o do analfabetismo \u00e9 a express\u00e3o da mis\u00e9ria de um povo e seu governo, \u00e9 um projeto pol\u00edtico origin\u00e1rio na desigualdade social com objetivos econ\u00f4micos e sociais, consequ\u00eancia inevit\u00e1vel da gan\u00e2ncia do capitalismo e da coisifica\u00e7\u00e3o neoliberal\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Como solu\u00e7\u00e3o para a quest\u00e3o do analfabetismo, Nima prop\u00f5e a efetiva\u00e7\u00e3o de uma educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, p\u00fablica e popular, de qualidade, gratuita, laica, universal, de forma que todas as pessoas se inscrevam. Al\u00e9m disso, ela diz que \u00e9 preciso alavancar as pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas \u00e0 EJA.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">\u201cEu tenho esperan\u00e7a, do verbo esperan\u00e7ar de Paulo Freire, que um dia teremos todas as pessoas alfabetizadas, e por isso afirmo que um outro mundo \u00e9 poss\u00edvel intermediado pela educa\u00e7\u00e3o\u201d, finaliza a professora.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\"><strong>Fevereiro Violeta<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Neste m\u00eas, a prefeitura de Campinas, por meio da Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Desenvolvimento Comunit\u00e1rio (Fumec), promove a 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Campanha Fevereiro Violeta. A a\u00e7\u00e3o tem como objetivo erradicar o analfabetismo na metr\u00f3pole.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">\u201cLembrando que a cor violeta tem tr\u00eas significados: dignidade, prosperidade e respeito. A gente trabalha nessa linha para fortalecer a campanha\u201d, explica Jos\u00e9 Batista, gerente dos programas de EJA na Fumec.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">Batista explica que a campanha acontece em fevereiro, \u201cporque \u00e9 o in\u00edcio do ano e \u00e9 preciso come\u00e7ar com o p\u00e9 direito, fazendo o processo de conscientiza\u00e7\u00e3o da sociedade sobre a causa\u201d. Ele aponta que, muitas vezes, a pessoa que n\u00e3o sabe ler e escrever se sente constrangida em buscar ajuda, por isso, \u00e9 fundamental que familiares e amigos entendam do assunto e saibam como ajudar de uma forma respeitosa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"Block__Component-sc-1uj1scg-0 hClyoz\">\n<p class=\"styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 apRED\">\u201cSe n\u00f3s (FUMEC) ficarmos sozinhos fazendo esse trabalho mesmo com recursos, a comunica\u00e7\u00e3o depende que cada pessoa exer\u00e7a seu papel de cidad\u00e3o para que o recado chegue para quem realmente precisa. N\u00e3o tem jeito, \u00e9 preciso essa mobiliza\u00e7\u00e3o\u201d, completa o gerente dos programas de EJA.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Publica\u00e7\u00e3o original:<\/strong><br \/>\nhttps:\/\/correio.rac.com.br\/campinasermc\/analfabetismo-absoluto-atinge-15-1-mil-pessoas-em-campinas-1.1339111<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-11761\" src=\"http:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/IMG_6406-241x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"368\" height=\"458\" srcset=\"https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/IMG_6406-241x300.jpeg 241w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/IMG_6406-823x1024.jpeg 823w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/IMG_6406-768x956.jpeg 768w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/IMG_6406-700x871.jpeg 700w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/IMG_6406-321x400.jpeg 321w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/IMG_6406-562x700.jpeg 562w, https:\/\/editorapangeia.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/IMG_6406.jpeg 957w\" sizes=\"auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px\" \/><br \/>\nPara conhecer a professora Nima Spigolon,<br \/>\nClique\u00a0<strong><span style=\"color: #ff0000;\">AQUI<\/span> !!!<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A professora Nima Spigolon, da Unicamp, que tem diversos livros publicados na Editora Pangeia, nas Edi\u00e7\u00f5es Dionysius e no selo infantojuvenil Edi\u00e7\u00f5es Saru\u00ea, da qual \u00e9 curadora, concedeu entrevista \u00e0 jornalista Naira Zitel, do Jornal Correio Popular. 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