Flávia de Queiroz Lima, a poeta de Laços e Avessos (Pangeia, 2023) e de Círculo de Giz (1983; 2a. ed., Pangeia, 2024), entre outras coletâneas de poemas, lança no segundo semestre um novo livro, RESGATE. Rauer, editor da Pangeia, entrevista Flávia, entrelaçando vida e obra, obra e vida: um resgate na voz da poeta. Com as reflexões de Flávia, vêm também, a pedido do entrevistador, algumas fotos da infância, da juventude e do espaço atual em que Flávia escreve seus poemas.
Conheça mais a Flávia:
CLIQUE AQUI !!!
Abaixo, uma pequena biobibliografia de Flávia; na sequência, a entrevista; finalizando, um álbum de fotos com duas seções: na primeira, um resgate da menina, da adolescente e da jovem mulher; na segunda, imagens do espaço íntimo em que a poeta vive e trabalha, em um bairro de Belo Horizonte.
Flávia de Queiroz Lima nasceu na cidade do Rio de Janeiro. Estudou piano no Conservatório Brasileiro de Música. Formou-se em Sociologia e Política, na PUC/RJ e é pós graduada em Gestão Pública pela FJP/MG. Ainda no Rio, na década de 1960, participou do intenso movimento da música popular brasileira, de festivais da canção, do “Musicanossa”, no Teatro Santa Rosa, compondo sozinha ou em parcerias, escrevendo coluna diária em jornal carioca. São também dessa época os primeiros poemas. Mudou-se para Belo Horizonte em 1972, onde passou a conciliar os trabalhos de socióloga e consultora organizacional com a poesia e a música, tendo sido gestora na área de saúde pública. Publicou Círculo de Giz em 1983, com bicos de pena de Ferruccio Verdolin Filho, reeditado em 2025. Arrumar as Gavetas, publicado em 2012, teve desenho de capa e fotos de esculturas do artista plástico Pedro Miranda. Em 2019 seu livro Sobre Viver ganhou capa e ilustrações com fotos de Adriana Queiroz, captadas em diferentes países de diferentes culturas. Laços e Avessos, publicado em 2023, contou com capa e ilustrações de Leonora Weissmann. RESGATE, que comemora seus 80 anos, volta a receber capa e ilustrações de Pedro Miranda. Esta é sempre uma forma de parceria entre a poesia e seus ilustradores, ecoando a escrita. Teve participação em diversas antologias, sendo recentes a edição de Escritoras Mineiras Contemporâneas e a antologia Mulher fala o que quiser (baixe o livro gratuitamente, AQUI); ainda em 2025 sai uma coletânea com quase duas centenas de haijins, Haimi (Pangeia), que conta com quatro haikais de sua autoria. Atualmente, é gestora de projetos na Academia Mineira de Letras – AML.
Leia diversos poemas da Flávia:
CLIQUE AQUI !!!
Rauer – Vejo na sua poesia o sentimento e a força de “resgate” em todos os livros, desde o primeiro poema do primeiro livro. Já havia essa emoção na letrista de MPB antes de se fixar na poesia escrita? Como surge ou surgia tal ethos poético em você? Dialoga com quais poetas e tradições literárias? Quais os muitos resgates ao longo do tempo e em cada livro? Por que, agora, esse
veio se impor em concentração e em centralidade, e assim temos o livro RESGATE?
Flavia – Caro Rauer. uma ótima observação essa sua – de que minha poesia sempre foi um resgate de memórias, sentimentos e, às vezes a indignação da jovem estudante diante de um país que não oferecia o essencial: liberdade, democracia, justiça social. Mesmo nas memórias acumuladas em outras etapas da vida, permaneceu a mesma sensação de resgate daquilo que calava fundo. Na música acredito que era mais romântica, e falava mais de amor, despedidas, mas você tem razão: mesmo lá já havia uma ponta de resgate: “Na estrada onde vou passando / tenho o rosto desenhado”, está na letra de “Imensamente”, canção minha e da Hédys, gravada pela Maysa. O chorinho (música e letra minhas) ”Procuro e gratifico” busca o coração “que fui deixando em cada gesto amigo, que fui deixando a quem chorou comigo”. Também acredito que desde sempre a inspiração vinha do mundo em volta e das sensações guardadas na memória, das emoções vividas. Minhas primeiras leituras, em poesia, incluíam Antero de Quental, Gilka Machado, Cecília Meireles, Drummond, Vinícius, Ferreira Gullar, Leminski, Jacques Prévert, Paul Géraldy, Thiago de Mello, João Cabral de Melo Neto, mas acho que as letras de música popular brasileira são muito densas em poesia, então acho que as duas coisas se misturaram. Volto à sua pergunta inicial e vejo que desde o primeiro livro eu estava resgatando minha liberdade, minha compreensão de mundo, meu elo com o que me tocava muito de perto. Agora, no livro RESGATE essa noção parece ter clareado, se ampliado. O título me ocorreu quando percorri os vinte primeiros poemas escritos e enxerguei neles a perspectiva de me reencontrar nas muitas faces que apareceram. Definitiva, mesmo, foi a escrita do poema que dá nome ao livro: “Em que lugar de mim morava essa imprudência / que me inundava assim sem boia, sem aviso?” Acredito, também, que a aproximação dos 80 anos me faz olhar para trás sem saudosismo, mas com a convicção de que há muitos motivos para resgatar esse rosto desenhado no caminho. Vi que essa pergunta eu não respondi: Quais os muitos resgates ao longo do tempo e em cada livro? Fica para o próximo tópico. Também sobre Como surge ou surgia tal ethos poético em vc? Eu poderia me estender mais sobre como são verdadeiros os temas abordados, como me desafiaram sempre, e encontrei na poesia um espaço de confirmação daquilo em que eu acreditava.
Rauer – Se há resgate desde sempre, Flávia, e há outros temas sempre latejando, liberdade, amor, justiça social, há ainda uma certa melancolia (ou seria a voz da Maysa na sua letra?), uma crença na força do feminino, um romper grilhões sempre ao menos insinuado, uma vida ordenada no exterior e pulsante na intimidade. Fale um pouco mais dessas linhas de força da sua poesia que vêm sendo destacadas por leitores que escrevem sobre a sua poesia.
Flávia – Caro Rauer, acredito que a melancolia apareceu mais nas músicas do que na poesia e, de certa forma, a poesia foi um caminho para transformar essa melancolia em sentimentos mais contundentes, de mais enfrentamento dos percalços. Refletindo sobre isso, percebo que as “gavetas” do livro publicado em 2012 – Arrumar as Gavetas – já abandonaram a melancolia. Nas seis gavetas do livro estão os temas que me mobilizavam no momento: o Feminino, (falando inclusive sobre o amor), a Natureza (que grita no poema “Terra em Pane”), os Traços Urbanos (a contundência das cidades), a Arte, nas suas várias expressões, Angola, que me marcou muito quando lá estive e Achados e Perdidos, onde mais encontro do que perco. Se o Círculo de Giz (1983) foi um percurso de libertação dos empecilhos que encontrava para viver plenamente minha condição de mulher e de cidadã, os livros seguintes foram todos temáticos. Ao escrever Arrumar as Gavetas julgava que aquele seria meu último livro, e estava concluindo tantas descobertas, mas vieram os outros. Sobre Viver (2019) foi, portanto, um resgate de temas que me são caros e relevantes. Lá está o “momento” Bordas, no qual destaco o poema “Lugares”: “Lugares, mais que cenários, são territórios da fala – um jeito de estar no mundo sem terço, incenso ou mandala” e, por fim: “Não quero chegar primeiro. Apenas desejo trazer aceso o meu lugar de poeta”. No segundo “momento”, Vozes, revejo “O corpo fala”. No terceiro “momento”, Memórias, estão importantes resgates, principalmente em “Partilha”, ou “Lembrar assim vale a pena”, quando completei setenta anos. O “momento” Ciladas retoma os temas mais sociais, em nove poemas, todos sobre situações que enxergo como absurdas no mundo. “Tudo ao redor interroga, joga a rede, o anzol, a isca, / Da matilha de perguntas a certeza foge, arisca”. Emerge aí, como no poema “Sobre Viver”, que encerra o livro, a constatação de que não há certezas, outro tema bastante visitado nos diversos resgates: “ O olhar impregnado de certezas / distorce a cena viva, o chão mutante”. Os “olhares” que resgatam os temas de Laços e Avessos (2023) já anunciam poemas com foco no mundo e no país durante a pandemia da Covid, que nos confinou em 2020 e 2021. No “olhar” Enigmas e Horizontes, o poema “Começar de novo”, que abre o livro, anuncia o resgate: “Inadvertidamente volto a página virada, como se um tempo perdido, teimando em tolher as marcas, ousasse conter os fios da mecha branca estampada”. Mais uma vez aparecem ali: “As certezas contundidas tecem dúvidas, ressalvas”. No “olhar” Assombros e Labirintos os temas sociais estão presentes nos nove poemas ali expostos e no “olhar” Cortinas Abertas a Arte volta soberana, como tema e como inspiração. Mas é no “olhar” Afetos e Afagos que a sensação de resgate apareceu ainda mais nítida, desde a boneca “Alcista”, até “Paisagens”, que encerra o livro, todos os temas resgatam afetos que me impregnaram o percurso de vida. Então, Rauer, você destacou o que eu ainda não havia constatado: há resgate em toda a trajetória na poesia. Depois falaremos especificamente dos “escaninhos” visitados em RESGATE, o livro comemorando os 80 anos, que se aproximam.
Rauer – Vamos a mais uma provocação: – Flávia, voltemos então ao antes de tudo. Em que mundo vivia a poeta nascente que a fazia nascer, letrista, com certa melancolia, que a princípio se julga ser sentimento da maturidade? O que a fez, na poesia, abrandar essa disforia?
Flávia – Caro Rauer, acho que minha infância tem lacunas e situações que aparecem nitidamente nos poemas: os períodos longe de minha mãe, o colégio interno – que me afastava da convivência familiar, a oportunidade de ser protagonista em diversos “teatrinhos da escola”, de usar fantasias que permitiam viver personagens. Essas experiências podem ter causado uma certa melancolia que a poesia me permitiu enfrentar e superar. Desde Círculo de Giz noto que a melancolia não transparece nos poemas. Eles são exatamente uma busca de sobrevivência, como disse Luciana Pimenta em seu ensaio publicado recentemente numa antologia sobre a escrita feminina, preparada por um grupo de pesquisadoras da UFMG. Não fui uma criança melancólica, nem uma adolescente melancólica, nem esse sentimento me capturou em qualquer época da vida. E a poesia, a música, foram sempre um recurso importante nesse enfrentamento. Acho também que a psicanálise, tanto individual quanto em grupo, teve seu papel de acelerar a maturidade, antecipar superações, desatar algemas, e me tornar uma feminista, mesmo sem me dar conta dessa postura diante da vida. Saindo do colégio interno aos 18 anos eu estava inteiramente despreparada para enfrentar um mundo do qual fui “poupada” na adolescência. A arte veio suprir essa condição, me ajudou a recompor sentimentos, construir um caminho de resgate do que faltava. Acredito que os “escaninhos” de RESGATE sejam uma síntese do que marca minha poesia. Aragens tem o deslumbramento diante da beleza que povoa meu olhar sobre o mundo, a começar pela valorização da liberdade, que aparece no primeiro poema: Recompensa. O “escaninho” Trilogia à mulher resume minha percepção de três posturas femininas diante da vida, valorizando nitidamente a importância de ter voz. Desatino condensa os poemas de repulsa à violência, ao descaso com o outro, ao abuso do poder, à desumanidade. Finalmente “Resgate” volta às lacunas iniciais e ao modo como foram sendo preenchidas ao longo da vida. Você me ajudou muito a pensar sobre tudo isso e valorizar ainda mais a importância da música e da poesia na minha trajetória pessoal e de cidadã. Obrigada!
Rauer – Muito bom, Flávia. Mais duas ou três perguntas e teremos uma entrevista com os fundamentos da sua travessia existencial e literária. Flávia, quais os princípios de arte poética que a letrista e a poeta de CIRCULO DE GIZ elaborou para sublimar e expressar a passagem da moça de internato para a pessoa ativa no trabalho, a jovem mãe, a mulher formatando sua autoconsciência?
Flávia – Caro Rauer, acredito que o começo da resposta está na contracapa do livro Círculo de Giz: “São poemas escritos ao longo de um percurso, desde 1966, no Rio de Janeiro, onde nasci e ainda morava. Daquela época ficaram letras de música, algumas parcerias, pouca saudade. Depois aconteceu Minas Gerais, Belo Horizonte, um grande abraço de montanha e gente. Por algum tempo o círculo foi se estreitando, andou perto de sufocar. A poesia veio, então, intensificar esses momentos. Foram mergulhos para dentro do meu universo pessoal, embora identificassem, também no universo coletivo, os mesmos conflitos, impasses e remansos. Foram pausas, reticências, gritos e silêncios”. Relendo os poemas, percebo que durante todo o tempo, a escolha das palavras, as metáforas, o tom até confessional, o uso frequente das redondilhas e dos versos alexandrinos, acentuando as pausas cadenciadas, a repetição de palavras como silêncio, cicatrizes, perigo, temas como sinal fechado, mordaça, desertos, as casas repletas de memórias, tudo dá pistas desse trajeto entre o aprisionamento e o círculo invisível finalmente ultrapassado. No poema “Regresso” a casa reverbera: “nos vãos das venezianas / o ar parece que oscila/ como se a casa deserta/ fosse um peito que respira”. Aos poucos, entretanto, os poemas vão ganhando leveza e a importância da palavra – falada e escrita – como caminho para romper barreiras, fica nítida,
a palavra como imagem libertadora, o que aparece no poema O avesso do silêncio. No poema “Face a face” essa mudança de tom, do início para o final do livro, é nítida: ”Amo minha liberdade /quando me encontro, respeito / e reconheço o direito / de me ser completamente. Amo em mim esta semente/ que me fecunda e acalanta, essa vela que me encanta / quando, assim, desperta e arde”. Então o círculo, que no início tolhe, aprisiona, cerceia, vai se rompendo aos poucos, vai “se esgarçando, diluindo”, como diz o poema final. No livro Círculo de Giz, o próprio trajeto exposto é um resgate. Reconheço também que minha escrita é nitidamente feminina. Há uma mulher se construindo, enfrentando seus medos, suas dúvidas, seus impasses. Quando perguntei ao ilustrador do livro, Ferruccio Verdolin Filho, por que a estátua de Vigília , poema inspirado no Cristo Redentor, que via de minha janela, era uma mulher, ele se reportou aos versos finais: “Em seu pedestal suspensa / a estátua de pedra fria / em vigília permanece / olhando a cidade escura / que se mata, se devora… / se esquece então que é de pedra / e se apieda – e chora”. Disse ele: “Uma pedra que se apieda e chora só pode ser uma mulher!” Eu não tinha me dado conta desse olhar feminino que emergia a todo momento. Em Círculo de Giz a poesia, a escrita, foram o recurso de que me vali nessa travessia. Voltando ao começo, no poema Rugas, que poderia ser o último, mas abre uma espécie de retrospectiva, está registrado que tudo valeu a pena: “não me importa ver de perto nessa marca, o lado avesso. Se eu fosse escolher de novo / pagaria o mesmo preço”.
Rauer – Quais mudanças sentiu na visão de mundo e no uso dos meios expressivos ao longo dos anos e dos novos livros, em especial para RESGATE, considerando o que nos contou da poeta do primeiro livro?
Flávia – Caro Rauer, a distância de tempo entre o primeiro livro (1983) e o segundo (2012) corresponde aos muitos anos em que tive de me afastar bastante da poesia, por motivos profissionais. Viajava muito como consultora organizacional, tinha compromissos inadiáveis, a cabeça mergulhada em problemas das instituições para as quais trabalhava, inúmeras e diversificadas em suas características, missões, objetivos, localizadas em diferentes cidades brasileiras e de âmbito nacional ou internacional. Estive em Angola, na África, sentindo na pele a ameaça da cor, mesmo às avessas. Convivi com pessoas de diferentes percepções culturais e políticas, lidei com problemas e situações que exigiram muita aprendizagem e paciência. Tudo isso me fez crescer emocionalmente e ampliou minha visão de mundo. Conhecer como trabalhavam as ONGs, o setor privado, as grandes instituições públicas resultou num entendimento muito melhor sobre as pessoas, permitindo aceitar melhor as limitações e aplaudir os enormes talentos encontrados. Durante esse tempo a leitura de poesia e prosa me alimentavam a necessidade de conviver com a palavra escrita. Mas mesmo raramente, os poemas brotavam. Especialmente, me dei conta de que não estava sozinha em muitas das minhas sensações, medos, dúvidas e descobertas. O cenário social e político do Brasil e do mundo também passou a ser, mais frequentemente, tema de poemas. Depois de viver uma certa euforia diante da democracia reconquistada, senti que o Brasil começava a sucumbir diante do patriarcalismo que nunca dormiu, do autoritarismo que nunca deixou de lado o relho, do racismo que arreganhava os dentes, da misoginia latente nas atitudes e também nas relações de trabalho. Arrumar as Gavetas, já na sua composição temática, refinou a busca de agrupar os poemas por suas afinidades, criando “climas” que favorecessem a leitura. Terra em pane, por exemplo, é um poema desolado diante da indiferença com as mudanças no planeta. “Sentinelas de pedra” lembra os horrores da escravidão. O livro Sobre Viver (2019) seguiu o mesmo caminho das “gavetas”, mas já chegam ali temas como a Memória, mais visitada ainda em Laços e Avessos (2023) e, principalmente em Resgate, previsto para novembro de 2025. Acho que nesses livros a forma poética cresceu em musicalidade. Acredito que a beleza buscada na minha poesia tem de conviver com a violência e a dor, tanto quanto com a leveza e a empatia. Sinto que a beleza emociona e amplia a sensibilidade do olhar. Penso também que minhas metáforas ficaram mais agudas, para falar de ameaças, e mais suaves, para abordar a doçura. A cadência continua, predominantemente, a se valer das redondilhas e dos alexandrinos, mas o andamento foi variando, de tema para tema. Os comentários das pessoas com quem fui compartilhando poemas, ao longo desses anos, espelhou um encantamento crescente, o que me animou a publicá-los. Agora já chega a ser uma pequena obra, que será foco do ensaio de Luciana Pimenta incluído em RESGATE. O texto será uma forma de resgatar o caminho todo, reencontrar seus relevos, suas cores e nuances. Tenho a impressão de fechar, assim, um ciclo de minha vida como pessoa e como poeta, ambas cada vez mais antenadas para o mundo em volta, ambas mais capazes de mergulhar nos sentimentos que assim afloram, mostrando a poesia também como uma forma de resistir inteira e com delicadeza, uma forma de viver.
Rauer – Muito obrigado, Flávia, por esse diálogo.
Álbum de fotos

Flavia com um ano.

Flavia de “dama antiga”, aos 7 anos.

Flávia ao piano aos 8 anos.
No jardim de infância, Flávia como Dona
Baratinha ao lado do João Ratão.
Dona Baratinha vestida de noiva
com suas damas de honra.

Flávia, bailarina, aos 5 anos.

Flávia, bailarina, aos 8 anos.
Flávia na primeira comunhão
Flávia no colegio interno.

Flávia aos 22 anos.

Flávia, em foto para jornal, aos 23 anos.

Flávia em matéria de jornal sobre música no IV FIC,
Festival Internacional da Canção

Flávia e Joyce Moreno em matéria sobre o IV FIC
Flávia na capa de Círculo de Giz.

Flávia com o presidente da Academia Mineira
de Letras, Jacyntho Lins Brandão

Capa da 2a. edição de Círculo de Giz.

Conheça mais da vida e da obra da Flávia:
CLIQUE AQUI !!!
https://editorapangeia.com.br/pt_br/na-forma-de-cartas-tres-resenhas-de-flavia-de-queiroz-lima/
https://editorapangeia.com.br/pt_br/resgate-flavia-comentarios-antonio-sergio-bueno/

https://editorapangeia.com.br/pt_br/lacos-avessos-sensiveis-comentarios-ao-livro-de-flavia-de-queiroz-lima/
https://editorapangeia.com.br/pt_br/flavissima-a-mulher-em-flavia-de-queiroz-lima/
https://editorapangeia.com.br/pt_br/rastro-invisivel-mulheres-poema-flavia-queiroz-lima/
https://editorapangeia.com.br/pt_br/vigilia-de-flavia-de-queiroz-lima/
O espaço íntimo da Flávia: o escritório, a sala, o
quintal, o jardim, a cada cantinho,
em cada olhar, um resgate




Conheça mais sobre a Flávia:
CLIQUE AQUI !!!