Descrição
Mestre Biro – Marcos Henrique
Doutorado em Educação UNICAMP 2025. Mestre em Educação, UNISAL 2014. Pós Graduação Psicologia UNISAL 2014. Pós Graduação em História da Cultura Afro UNISAL 2009. Pós Graduado em Educação Social UNISAL 2007. Graduado em administração em Marketing 2005. Doutor Honoris Causa pela Academia Brasileira de Letras, Ciência e Cultura da Associação Brasileira dos Servidores Públicos (ABSP). 2024. Mestre de Capoeira Terceiro Grau 2021. Mestre de Capoeira Segundo Grau 2015. Mestre de Capoeira Primeiro Grau 2009. Escritor: de sete obras Literária. Compositor: quatro CDs de cultura popular. Artista: DVD de Cultura popular Afro. Palestrante: História e saberes populares afro-brasileiro. Escritor das obras: Sementes Sagradas (2022 ).Berimbau Celeste ( 2021) O menino e o tambor (2020), A irmandade (2019 ), O Carroceiro ( 2018 ) Capoeira Africanidade Brasileira (2017 ) e Capoeira a cultura que educa (2016 ).
MARCOS HENRIQUE, CONTADOR DE HISTÓRIAS
Quando menino, Marcos Henrique aprendia os textos do mundo, lia o que nunca foi escrito. Quando jovem, já músico e capoeirista, sentiu necessidade da escola e dos conhecimentos grafados nas páginas dos livros. Fez o percurso do ensino formal e, inclusive, o Mestrado em Educação Sociocomunitária. Em sua dissertação, trouxe a voz de mestres da cultura popular em Campinas, que ensinam e fazem permanecer pulsante a tradição criadora da capoeira, do jongo, do samba de bumbo.Marcos Henrique, tem feito sempre pontes e travessias entre os saberes populares e os saberes eruditos, em diálogos que ajudam a trazer a vida para a Universidade, assim como a Universidade para a vida. Agora, descobre-se como contador de histórias. Para muitos românticos, existem potencialidades de linguagem que se manifestam da voz dos wates, potencialidades que emergem da terra ancestral das palavras e do pensamento. Em sintonia com essa concepção romântica, Marcos Henrique tem criado suas histórias, com muitas imagens mito poéticas. Nas histórias, manifesta-se uma alegria de criar que não se separa da alegria de viver: esse é mais um aprendizado para nós, seus leitores, nesse tempo de necessidade vital de recriação de sentido em todos os campos da cultura e da existência.
Severino Antonio
Contar histórias é uma das
heranças de nossa
ancestralidade
Somos descendentes de um povo que transmite seu conhecimento por meio da oralidade, da história contada pelos mais velhos para os mais novos. Cada um de nós traz no fundo da alma a história da sua família e, quando nos encontramos no candomblé e na vida, unimos essas histórias.
Assim acontece com os personagens nesta bela viagem pela qual meu amigo Marcos Henrique nos transporta neste livro. Cada um vai acessando sua própria alma e contando suas histórias. Histórias que constroem seu caminho, seu aprendizado.
Como dizia meu pai, “nossas histórias não são apenas nossas; são dos nossos”. E quando ouvimos histórias dos nossos mais velhos temos que passar para os mais novos, para a história continuar entre nós. Essa é a nossa tradição.
Isso é o candomblé que recebemos dos nossos orixás por nossos mais velhos e transmitimos aos mais novos, para mantê-lo vivo. E precisamos mantê-lo vivo.
Babalorixá Moacyr ty Sangò









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